21 maio 2013

The Civil Wars

Uma das primeiras postagens do blog foi sobre a Lana Del Rey, e naquele tempo eu pensava que faria muitos posts musicais, mas com o tempo as resenhas tomaram conta daqui e não surgiu mais nada musical. Eu sou movida a música,não consigo fazer nada sem uma trilha sonora e muitas vezes começo a gostar de certos filmes, livros e animes por causa da sua trilha sonora. Por isso quero que os posts de dicas musicais voltem, e para recomeçar bem, vou falar da dupla que atualmente vem bombando nos meus fones de ouvido: The Civil Wars.


Eu fui apresentada ao "The Civil Wars" assitindo "Jogos Vorazes", eles foram responsáveis por duas músicas que compõe a trilha do filme, uma eu tenho certeza que todo mundo conhece: Safe and Sound, pra quem não sabe a música não é somente da Taylor Swift (que agora que estou aprendendo a gostar).

Safe and Sound


Eu gostei bastante da trilha sonora do filme e principalmente de Safe and Sound, por isso acabei baixando o cd todo e conheci outra música do The Civil Wars: Kingdom Home, que conta apenas com a voz dos dois e é bem característica da dupla. Me encantei pela com a doçura da voz feminina de Joy Willians, e pelo ritmo folk da canção, que escutei até me cansar.

Kingdom Home


Um bom tempo depois, quando já até havia me esquecido da trilha de "Jogos Vorazes", eu estava lendo um livro do meu mais novo estilo preferido, New Adult (vou fazer um post falando), quando uma das personagens citou uma canção da dupla, e foi aí que eu me encantei totalmente pela dupla Joy e John. Principalmente porque os meus novos livros os citavam sempre, e eu me apeguei tal como as personagens New Adult.


O som de The Civil Wars, é calmo e bem melódico, acho que o ponto forte de suas canções são a junção da voz feminina com a masculina, os momentos em que Joy e John cantam em dueto é tão maravilhoso que chega a ser uma ofensa.

Barton Hollow

Gosto muito dos clipes deles, e da maneira que eles cantam olhando um para o outro, parece que estão cantando apenas para eles. Além disso, os clipes tem todo um estilo vintage, algumas vezes preto e branco, é tudo muito bonito. E falando em bonito, preciso dizer que todas as vezes que olho pro John Paul White eu lembro do Jhonny Depp, eles se parecem demais.

Poison & Wine

C'est la mort

The Civil Wars faz o tipo de música gostosa de se ouvir, por ser calma e cheia de ritmo. Além de ter letras maravilhosas, nada de só melodia bacana e conteúdo nada a ver. Indico eles a todo mundo, escutem pelo mesmo uma música, que tenho certeza que vão se apaixonar como eu.


Até o próximo post!








15 maio 2013

Anime: Sword Art Online

Tem muito tempo que não faço postagens sobre animes, a última que fiz foi ano passado e eu falei sobre Animes de 2012. Deixei, propositalmente, Sword Art fora dessa lista, isto porque achei que ele merecia um post só pra ele.


Sinopse: "Um jovem chamado Kazuto "Kirito" Kirigaya, entra em um MMORPG de realidade virtual, um mundo online chamado de Sword Art Online. Não tem como escapar deste mundo a menos que o jogador complete o jogo; No entanto, um "game over" resulta na morte no jogador."

Eu acredito que SAO, foi uma maneira de homenagear aos fãs de MMORPG (Eu não sou uma deles), porque o anime gira em torno de jogos onlines. Mas mesmo se você, tal como eu, nunca jogou esses jogos vai curtir esse anime, porque ele é muito manero. 

Já tem bastante tempo em que eu venho assistindo muitos animes shoujo (sim, eu sou romântica incorrigível), então  eu estava ficando um pouco cansada desse estilo, e estava sentindo falta de animes shonen, que foram os responsáveis pelo meu vício em desenhos japoneses. Então, um dia procurando por novos animes achei 1 bilhão de blogs falando que SAO era sensacional, e o melhor lançamento de 2012, e como sou  mariavaicomasoutras fui assistir. E os blogs não mentiram, a estória de Kirito é viciante, bem produzida, tem um enredo foda, é divertida, tem romance, as cenas de luta são incríveis e seus personagens são demais.

Além de todas qualidades que falei acima, SAO ainda contou com uma trilha sonora tão legal, que depois que você escuta, você fica cantando sua opening pelo resto dia (mesmo se você não sabe falar japonês). As músicas escolhidas para as cenas de ação eram perfeitas.

 

Gostei muito do anime, porque os personagens eram adolescentes, mas tinham um comportamento muito maduro. Além desse comportamento, as relações entre eles eram muito bonitas, a parceria, o amor e a amizade eram a base de tudo.

Falando em amor, preciso acrescentar que o romance de SAO, é sensacional. Os episódios em que ele finalmente acontece são muito bons, e quando acabavam eu quase morria de ansiedade para os próximos capítulos. Mas acho que isso aconteceu porque o casal Asuna e Kirito são muito foda. Kirito tem todo aquele seu estilo "sou o defensor dos fracos e oprimidos e luto pra caralho", e a Asuna é o tipo de personagem feminina que eu gosto, ela é decidida e forte, e luta bem demais.


Se você gosta de animes completos, SAO é o que você procura, eu ri, chorei, fiquei com raiva e quase morri de curiosidade para saber que fim teria os jogadores. Quando chegou o último episódio, tudo foi bem amarrado e incrível, e quem não se emocionou com as últimas cenas do episódio 14, não tem coração. Pra mim tudo poderia ter acabado ali... 



Mas não pararam por aí, resolveram criar um novo arco, a continuação dos acontecimentos depois de Aincrad. E essa foi a maior cagada no mundo dos animes, conseguiram destruir a obra prima que era SAO, transformando todo mundo em fadas (Pra quê Meu Deus?! Pra quê?!). Então quer o meu conselho, assista SAO, porque vale muito a pena, mas pare no episódio 14, porque senão você vai odiar todo o anime.

P.S: Teremos muitos posts de animes, eu tenho muito material. Então, querido otaku, senta que lá vem história.

Bom anime!
Até o próximo post!



10 maio 2013

Resenha: The Selection: A Elite

Quando fiz o post Top 5: Lançamentos Literários 2013, um dos livros citados foi a continuação da trilogia The Selection, que eu já fiz resenha do primeiro livro aqui no blog. Nos dois posts que citei eu falei muito bem dessa distopia, que para mim, foi a melhor. Por isso estava eufórica com o lançamento da segunda parte da estória de América, como em a Viagem do Tigre eu comprei o livro na pré-venda e como naquele episódio o lançamento foi adiado e eu quase enfartei (acho que é um karma isso, só pode), mas enfim o meu livro chegou ontem e eu li ele em apenas 7 horas (já sei que isso é doença. kkkk), e posso dizer que valeu cada minuto de espera.



Sinopse: "A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz."

"A Elite" foi o livro das reviravoltas, tudo mudou. América que antes eu até simpatizava virou o alvo de todo o meu ódio, ela teve cada atitude idiota nesse livro, que me deu vontade de entrar dentro do livro e matá-la. O Aspen, só ganhou o meu desprezo, e em alguns momentos comparei suas atitudes com as atitudes Gale de "A Esperança", então se o destino dele for semelhante ao do amigo de Katniss eu vou ficar muito feliz. Enquanto as duas outras pontas do triângulo amoroso de "The Selection" só me irritaram, príncipe Maxon acabou de ganhar minha total admiração, ele foi a perfeição em pessoa, espero de verdade que America o escolha e dê a ele tudo que ele merece, mas se isso não acontecer que pelo menos ele tenha um final maravilhoso.

Gostei muito do jeito como Kiera Kass deu maior abordagem a situação política do país, eu já suspeitava que isso fosse acontecer nesse novo livro, já que no primeiro os rebeldes ficaram mais na margem da estória. Acho que o único problema na abordagem política é a narração de América, porque ela é muito egoísta, então prefere dá mais atenção aos seus problemas amorosos do que lutar por uma causa. Mas no mais, o livro deixou de ter foco somente no romance.

O livro tem três momentos que foram muito surpreendentes, e que mostraram um lado do Maxon que em "A Seleção" não nos foi revelado. Acredito que essas cenas vão ser responsáveis por um aumento no número de fãs para o time do príncipe, e que isso possa também ser uma prévia de qual será a escolha da senhorita Singer.

Gostei muito do desenvolver da estória, acho que "A Elite" vem para matar os leitores de ansiedade até o último capítulo da série (que eu não sei nem quando sai). Espero que o próximo livro de Kiera Kass seja tão bom quanto os outros dois, e que Maxon tenha o seu tão aguardado final feliz.


Boa Leitura!
Até o próximo post!

09 maio 2013

Resenha: Crossfire: Toda Sua

Com a febre de "Cinquenta Tons de Cinza" as editoras brasileiras resolveram publicar 1 bilhão de livros semelhantes. As fãs apaixonadas pelo Sr. Grey, dizem para que os livros "eróticos" são todos cópias do best-seller de E.L. James. E eu curiosa como sou, tive quer dar uma lida nesses outros livros, para ver se eram tão fraquinhos quanto Cinquenta Tons, e me surpreendi com a série de Sylvia Day: Crossfire.



Sinopse: "Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela - e provavelmente qualquer outra pessoa - já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer - Eva acaba se entregando. Uma relação intensa começa. O sexo é considerado por eles como incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam - o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto a faísca que trará de volta os traumas do passado."

Esses livros "eróticos" são cheios de clichês, muito parecidos com aqueles livrinhos de banca que sua mãe lia quando era jovem, mas isso não os impedem de ser bem escritos. Uma das minhas maiores reclamações nas resenhas dos livro de E.L. James, era o quanto ela escreve mal, e com a escrita de Sylvia Day não temos esse problema, ela constrói bem seus personagens, não tem um vocabulário limitado, não é repetitiva e não foca somente no sexo.

Gostei muito da personagem feminina do livro, eu detesto personagens bobinhas e Eva Tramell não é boba, ela é decidida, bonita, trabalhadora, adulta, experiente e o mais importante: não é um pau mandado do Gideon. Mesmo ela fazendo certas coisas que eu não concordava, eu gostei dela. Agora falando do que tem de melhor nesse livro: Gideon Cross. Como eu disse na minha resenha de Cinquenta Tons de Liberdade, eu nunca fui apaixonada por Christian Grey, por uma série de motivos (que não vou citar, porque acho que já falei demais de 50 tons). Com Gideon foi ao contrário, gosto dele, acho ele másculo e mais real (mesmo sendo incrível demais), mas o que mais me agrada nele é o modo como ele quer adaptar sua vida para ter Eva, não é só uma questão de querê-la e a forçar a aceitar suas loucuras, ele abre mão de suas coisas para poder viver com ela.

Gosto bastante do número de páginas do livro, ele é curto, não é cansativo, acho que quando livros desse novo estilo são muito grandes eles se tornam cansativos e repetitivos e isso não ocorre com "Toda Sua".

Tenho grandes expectativas com as continuações da série, espero de verdade que a autora não se perca e estrague uma estória que tem tudo para dar certo. Porque cópia ou não de 50 tons, Crossfire é bem melhor que a fanfic erótica de Crepúsculo.

Boa Leitura!
Até o próximo post! 

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