31 outubro 2013

TOP 5: Filmes de Terror

Hoje é Halloween e para comemorar essa data que eu adoro, resolvi fazer um TOP 5 especial de filmes de terror. Eu amo filmes de terror, assisto todos, nem que seja para rir. A verdade é que eu geralmente rio dos filmes e das pessoas que se assustam, acho que isso acontece porque quando criança eu tinha tanto medo que esgotei a cota da vida. Consegui selecionar 5 que me assustaram um pouco, então prepara a garganta e a mão (pra tampar o rosto), dá play nessa música e leia o post.

5° Brinquedo Assassino (1988)


Sinopse: "Um serial killer é morto em um tiroteio com a polícia, mas antes de morrer utiliza seus conhecimentos de vodu e transfere sua alma para um boneco. Um menino ganha exatamente este brinquedo como presente da sua mãe. O menino tenta alertar que o boneco está vivo, mas sua mãe e um detetive da polícia só acreditam nele após o brinquedo ter feito várias vítimas. Mas o boneco está realmente interessado é no garoto, pois só no corpo dele poderá continuar vivo, e isto coloca a criança em grande perigo."
Me aterrorizou por que? Esse filme é o meu pesadelo desde que eu assisti ele pela primeira vez, e a vida inteira eu tive medo desse boneco (até hoje com 22 anos eu tenho medo dele). Claro, que quando saíram "A noiva de Chuck" e "O filho de Chuck" o meu medo diminuiu, mas foi só eu inventar de assistir esse primeiro para o pavor voltar. 

4º O Orfanato (2007)


Sinopse: "Laura (Belén Rueda) passou os anos mais felizes de sua vida em um orfanato, onde recebeu os cuidados de uma equipe e de outros companheiros órfãos, a quem considerava como se fossem seus irmãos e irmãs verdadeiros. Agora, 30 anos depois, ela retornou ao local com seu marido Carlos (Fernando Cayo) e seu filho Simón (Roger Príncep), de 7 anos. Ela deseja restaurar e reabrir o orfanato, que está abandonado há vários anos. O local logo desperta a imaginação de Simón, que passa a criar contos fantásticos. Entretanto à medida que os contos ficam mais estranhos Laura começa a desconfiar que há algo à espreita na casa."
Me aterrorizou por que? Esse filme me aterrorizou muito pouco, eu tenho medo dele porque tem crianças (sim, eu tenho pânico de filmes com crianças). Ele não dá tanto medo, mas é foda, uma estória muito boa.

3° Espiritos (2004)


Sinopse: "Thun (Ananda Everingham), um jovem fotógrafo, e sua namorada Jane (Natthaweeranuch Thongmee) atropelam acidentalmente uma pedestre. Eles fogem da cena do crime e retornam às suas vidas normais, em Bangkok. A partir de então Jane passa a ser atormentada por estranhos pesadelos, enquanto que Thun nota que em suas fotos aparecem estranhas figuras, parecidas com fantasmas. O casal decide investigar o fenômeno e encontra outras fotografias com imagens sobrenaturais. Paralelamente os melhores amigos de Thun começam a morrer, um a um, de forma misteriosa."
Me aterrorizou por que? Esse filme é daquela fase em que vários filmes de terror oriental apareceram, eu gosto de todos, mas esse me deixou muito impressionada. Sério, eu gostei muito do filme, mas ele me marcou tanto que me causou dores no pescoço (você só vai entender isso se já viu o filme).

2° O Exorcísmo de Emily Rose (2005)


Sinopse: "Emily Rose (Jennifer Carpenter) é uma jovem que deixou sua casa em uma região rural para cursar a faculdade. Um dia, sozinha em seu quarto no alojamento, ela tem uma alucinação assustadora, perdendo a consciência logo em seguida. Como seus surtos ficam cada vez mais frequentes, Emily, que é católica praticante, aceita ser submetida a uma sessão de exorcismo. Quem realiza a sessão é o sacerdote de sua paróquia, o padre Richard Moore (Tom Wilkinson). Porém Emily morre durante o exorcismo, o que faz com que o padre seja acusado de assassinato. Erin Bruner (Laura Linney), uma advogada famosa, aceita pegar a defesa do padre Moore em troca da garantia de sociedade em uma banca de advocacia. À medida que o processo transcorre o cinismo e o ateísmo de Erin são desafiados pela fé do padre Moore e também pelos eventos inexplicáveis em torno do caso."
Me aterrorizou por que? Uma frase para esse filme: BASEADO EM FATOS REAIS. Eu sou muito cética com essas coisas de exorcismo, por isso eu me forço a assistir filmes que retratem casos reais disso. E o que mais aterroriza nessa estória não é a possessão, mas o fato de que todo mundo que viu "O exorcismo de Emily Rose" acordou 3 horas da manhã, aí é putaqueopariu!


1° Ritual (2011)


Sinopse: "Michael Kovak (Colin O’Donoghue) é um seminarista cético e decidido a abandonar seu caminho na igreja, mas seu superior o orienta a passar um período no Vaticano para estudar rituais de exorcismo. Uma vez lá, suas dúvidas e questionamentos só aumentam na medida em que seu contato com o padre Lucas (Anthony Hopkins), um famoso jesuíta exorcista, o apresenta ao lado mais obscuro da igreja. Ao conhecer a jornalista Angeline (Alice Braga), que investiga as atividades do religioso, suas reflexões sobre a crença no diabo e em Deus nâo param de crescer."
Me aterrorizou por que? Não acredito no demônio, mas esse filme é muuuuiiiitooo bem feito, e até eu que não acredito fiquei com medo, e não foi um medinho qualquer, foi um medão daqueles de ir dormir com a mãe (vergonha mode on). E vale a pena assistir pelo Anthony Hopkins que sempre reina em suas atuações.


Happy Halloween Day!
Até o próximo post!

25 outubro 2013

Filme: O Grande Gatsby

Algumas semanas atrás estava tentando escolher o melhor filme que assisti esse ano, mas não conseguia me decidir, até na tarde de domingo quando finalmente assisti "O Grande Gatsby". Que é a quarta adaptação cinematográfica do livro Scott Fitzgerald. Eu sou muito previsível, eu sei, ter como filme preferido do ano um que é adaptação de um livro. Mas essa adaptação merece toda a adoração do mundo, porque o filme é sensacional.


Sinopse: "Nick Carraway (Tobey Maguire) tinha um grande fascínio por seu vizinho, o misterioso Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Após ser convidado pelo milionário para uma festa incrível, o relacionamento de ambos torna-se uma forte amizade. Quando Nick descobre que seu amigo tem uma antiga paixão por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan), ele resolve reaproximar os dois, esquecendo o fato dela ser casada com seu velho amigo dos tempos de faculdade, o também endinheirado Tom Buchanan (Joel Edgerton). Agora, o conflito está armado e as consequências serão trágicas."


Sempre soube que iria gostar de "O Grande Gatsby", porque ele foi dirigido por Baz Luhrmann que foi responsável pela direção de dois filmes que gosto muito, Moulin Rouge e Romeu+Julieta. Gosto do estilo de Baz, de fazer o filme um espetáculo grandioso, com cenários, figurinos, trilha sonora e passagens de cena magníficos. Acho que ele merecia sempre ganhar o Oscar com seus filmes.

Um bom diretor sem um bom roteiro não adianta nada, e esse filme tem um enredo sensacional, mérito é claro de Fitzgerald. O enredo é tão genial e surpreendente, que deixa a gente de boca aberta. Não vou comentar muito sobre a estória, porque pretendo ler o livro e fazer resenha aqui no blog, e também para não estragar os mistérios.



Gostei muito do figurino do filme e de seus cenários, é tudo tão maravilhoso e exagerado, acho que nem o autor do livro imaginou as festas tão exuberantes quanto a que foram criadas para o cinema. Todo o charme e luxo dos anos 20 foram muito bem recriados, dá vontade de cortar o cabelo para usar todos aqueles acessórios de cabeça, e poder beber champanhe a noite toda nas festas de Gatsby.


O elenco do filme também é de primeira, mas um ator em especial foi o melhor em cena: Leonardo DiCaprio, que provou para todos que não é só o galãzinho de Titanic (isso já tem bastante tempo). DiCaprio é o Gatsby em pessoa, a interpretação dele está impecável, ele conseguiu passar todo o amor e a obsessão de Jay através do seu olhar. E é claro que tenho que dizer que ele fica lindíssimo naquele figurino.


Outro ator que estava perfeito em seu papel, é o eterno homem aranha Tobey Maguire, ele encarnou bem a sua função de narrador. Ele me lembrou muito o Christian de Moulin Rouge, é inegável que o diretor se apegou um pouco ao seu antigo personagem, mas não acho que isso tenha sido ruim.


Uma das coisas que eu mais gosto nos filmes do Baz são as trilhas sonoras, ele insere músicas modernas em estórias de época, isso é sensacional. E em "O Grande Gatsby" ele segue esse padrão, e nós somos agraciados com cenas de carros antigos e festas ao som de Hip Hop de primeira qualidade, e de cenas lindas com músicas tão anos 20 nas vozes de jovens cantoras como Lana Del Rey.

Kanye West feat Jay Z - No Church In The Wild

Lana Del Rey - Young and Beautiful

Fergie - A Little Party Never Killed Nobody (All We Got)

Will.i.am -  Bang Bang


A adaptação de "O Grande Gatsby" de 2013 é incrível e indico a todos que se deixem envolver no mistério de Gatsby e viagem no tempo até a década de 20 com o filme de Baz Luhrmann, porque vale a pena.

Bom Filme!
Até o próximo post!







21 outubro 2013

Resenha: Cidades de Papel

Meu autor queridinho nos últimos tempos está tendo todos os seus livros traduzidos esse ano, logo o ano que eu estou de promessa e não posso comprar, mas aí veio o Dia das Crianças (meu pai me dá presente e daí?!) e adivinha o que essa criança aqui ganhou?! "Cidades de Papel" do John Green. E AIMEUDEUS! não podia ter presente melhor, porque esse livro tornou-se meu segundo queridinho do Sr Green.


Sinopse: "Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia."


Eu queria antes de mais nada dizer que eu amo muito as capas dos livros do John, acho sensacional tudo ser meio torto, parecendo que foi feito à mão.

John Green tem um padrão, isso é inegável, mas um padrão que ainda consegue surpreender. Suas personagens sempre são muito inteligentes, nerds, tem amigos sensacionais e são apaixonados por garotas fortes (ás vezes umas fdp). Além disso tudo eles sempre possuem dúvidas existenciais, que para mim, é a melhor característica dos livros de John.

Preciso dizer que amei todos os personagens, juro, já nos primeiros capítulos já me encantei com eles e queria virar amiga. John Green conseguiu se superar dessa vez, nunca vi tantas pessoas diferentes reunidas em um livro. Achei real, achei legal!

O enredo demora um pouco para esquentar, não que seu começo seja ruim, mas depois do sumiço de Margo é que as coisas começam a ficar boas. A maneira como o autor conseguiu fazer pistas malucas sobre o paradeiro dela, mas que fizessem todo o sentido, e levassem-nos ao destino exato da garota foi genial. Mais um motivo para eu dizer, ele pode até seguir um padrão, mas sabe bem o que é o tal efeito surpresa.

"Cidades de Papel" pra mim foi o livro mais hilário do Green, ele conseguiu me envergonhar dentro dos ônibus, já que não conseguia parar de rir das loucuras desse livro. Sério, como que o cara consegue pensar em pessoas que colecionam papais noéis pretos?! Tô escrevendo isso e rindo muito. Achei que esse também foi um diferencial, porque não é um livro melancólico, mas um livro para se divertir.

O desfecho da estória de Quentin não foi previsível (eu não achei pelo menos), foi bonito e quase me fez chorar. Acho que naquele instante me senti um pouco como Margo ou quem sabe um pouco Q, eu não sei bem, só sei que as palavras de "Cidades de Papel" se misturaram com a minha realidade e naquele instante parecia que eu era parte da estória.

Agora no quesito lições de moral, John Green continua sendo um deus. Ele consegue falar coisas tão simples, mas que nós não percebemos, e você para e pensa: Putz isso é tão óbvio, porque nunca pensei assim?!. Sei que quando acabei de ler esse livro me sentir uma pessoa melhor e mudada, passei a ver as pessoas de outra forma e parei de criar imagens que nem sempre são a realidade. Se você leu essa resenha e não entendeu nada do que eu quis dizer com isso só posso lhe dar um conselho: Leia esse livro o mais rápido possível, porque eu tenho certeza que ele vai mexer com você também.

Boa Leitura!
Até o próximo post!





19 outubro 2013

TOP 5: Personagens Femininas Que Eu Mais Amo

Hoje é dia de TOP 5 no blog e essa vai ser a segunda parte dos posts sobre personagens femininas literárias. Depois de destilar todo o meu ódio pelas mulherzinhas dos livros, chegou a hora de declarar meu amor pelas moçoilas da literatura. Se preparem para um padrão de mocinhas.

5) Daenerys Targaryen


Sinopse: "Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, aceita a prestigiada posição de Mão do Rei oferecida pelo velho amigo, o rei Robert Baratheon, não desconfia que sua vida está prestes a ruir em sucessivas tragédias. Sabe-se que Lorde Stark aceitou a proposta porque desconfia que o dono anterior do título fora envenenado pela manipuladora rainha - uma cruel mulher do clã Lannister - e sua intenção é proteger o rei. Mas ter como inimigo os Lannister pode ser fatal: a ambição dessa família pelo poder parece não ter limites e o rei corre grande perigo. Agora, sozinho na corte, Eddard percebe que não só o rei está em apuros, mas também ele e toda sua família."
Por que mora no meu coração? A Dany ganhou meu coração de primeira, porque não é qualquer uma que aguenta tudo pelo que ela passa. A pobre coitada é obrigada a casar com apenas 13 anos com um bárbaro, é quase estuprada na sua noite de núpcias, mas mesmo assim ela faz de tudo para agradar o marido e acaba domando o garanhão, e quando tudo parece um paraíso para ela, tudo de pior acontecesse e mesmo assim ela consegue se reerguer. Como não amar uma mulher dessas?! Ela não abaixa a cabeça ou pula de um precipício, porque a vida lhe deu uma rasteira, Daenerys é forte e luta para conquistar o que quer. E eu sou fã de personagens femininas que se esforçam para conquistar o que querem. 


4) Lisbeth Salander



Sinopse: "Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas - passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados - de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois.... até um momento presente, desconfortavelmente presente"
Por que mora no meu coração? Lisbeth Salander é minha personagem faca na bota, a mulher superpoderosa que recebe porrada da vida e devolve cada soco com toda a força que tem. Ela passou pelas coisas mais bizarras durante a trilogia Millennium e conseguiu se salvar da maioria delas, sempre reagindo de forma inteligente e violenta. Como não amar uma mulher que se vinga de seu estuprador e lhe deixa tatuado no corpo "Porco estuprador"?! Para mim ela representa toda uma nova leva de personagens femininas que não são donzelas indefesas, mas grandes heroínas.


3) Capitu


Sinopse: "Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiúçam  o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. "
Por que mora no meu coração? Capitu tem todo o meu amor por ser aquele tipo de pessoa que eu queria ser. Sério, que mulher não quer ter todo aquele poder de sedução que ela tinha ainda criança?! Aquele temperamento tão forte e seu jeito decidida de ser me encanta profundamente. E preciso dizer que acredito cegamente em sua fidelidade e odeio Bentinho por ter apagado todo o brilho e alegria da Capitu.


2) Hermione Granger



Sinopse: "Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort. Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos."
Por que mora no meu coração? Hermione Granger é a pessoa que eu queria ter como amiga. Para mim Harry Potter não teria todo o seu sucesso se Mione não existisse, essa bruxa foi responsável por grande descobertas e por cenas encantadoras durante todos os livros. E um dos motivos por eu amar tanto essa personagem é que ela se assemelha muito com muitas meninas reais, é como se nós reles garotas pudêssemos viver todas as aventuras do mundo que J.K criou.


1) Elizabeth Bennet



Sinopse: "Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu."
Por que mora no meu coração? Lizzie Bennet mora no fundo do meu coração, porque ela é a minha irmã gêmea da literatura. Sério, eu nunca me identifiquei tanto com um personagem (a não ser Hermione Granger). Lizzie é crítica, sincera e ácida, ela é uma das primeiras personagens modernas, é como se ela se deslocasse da sociedade e época em que vivia. Mesmo com todas essas características ela consegue ainda ser romântica, mas uma romântica realista e isso para mim é sensacional. Acho que nenhum autor vai conseguir criar uma personagem que eu vou amar mais que Elizabeth Bennet.

Desculpem se as idéias não estão muito coordenadas, mas falar de um personagem que a gente gosta é mais difícil do que falar de um que a gente odeia. E já vou avisando que não pode falar mal de nenhuma das mocinhas citadas, porque pra mim elas tão acima de qualquer crítica (brincadeira. kkk).

Espero que tenham gostado do post recheado de mulheres fortes (porque detesto mulher paçoca) e prometo fazer a versão masculina em breve.

Até o próximo post!

14 outubro 2013

Resenha: Liberta-me

Depois de duas semanas sem muitas atualizações no blog a resenha de segunda tá de volta, e a resenha de hoje vai falar de um livro que tem o melhor "vilão" da vida, Liberta-me.


Sinopse: "Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante."

Antes de falar do enredo do livro preciso dizer que a capa de "Liberta-me" é horripilante, eu já não sou muito fã de capas com rostos de pessoas, e essa além de ter rosto de pessoas é basicamente um zoom da foto do primeiro livro.

Juliette está em liberdade agora, mas uma liberdade bem restrita já que ela está escondida no que para mim é a cópia do Instituto do Professor Xavier de X Men, algo que me incomodou bastante, já que achei muita viagem esses super poderes. Mas Juliette está mais ou menos feliz, porque está longe de Warner e de todas as atrocidades do Restabelecimento, porém ela não consegue esquecer o que fez para se livrar do jovem vilão (acho que ela gostou bastante de sua tentativa de fuga), e tem medo de que Adam descubra.

O romance entre Juliette e Adam não vai muito bem nesse novo livro, até que Tahereh Mafi decide jogar uma bomba na cabeça dos dois, e agora o casal não pode ficar junto. É nesse momento que o, até então, abominável Warner aparece para tomar o lugar de Adam ou para simplesmente confundir Juliette. Nessa segunda parte o meu personagem preferido (já tinha dito isso na resenha de Estilhaça-me) consegue mostrar seu verdadeiro eu debaixo de toda aquela crueldade e frieza, Warner é loucamente apaixonado e obcecado por Juliette, e ela começa a perceber que o monstro que ela sempre temeu tem mais em comum com ela do que poderia imaginar. E quando a mocinha resolve deixar que Warner rompa algumas barreiras entre os dois, MEUDEUS! é incendiante, os dois possuem uma química muito maior do que ela tinha com Adam.

Uma vez que Warner prova que não é o grande vilão, entra em cena o seu pai, que é um vilão com V maiúsculo, gosto de antagonistas como esse que são malvados de verdade e que sabem como destruir tudo a sua volta. Estou ansiosa para ver qual será o próximo passo dele e o seu final.

Em "Liberta-me" a Tahereh  consegue bagunçar de vez a vida de Juliette com todas novas descobertas e surpresas, e a protagonista continua se mostrando indecisa e se fazendo de pobre coitada, o que é insuportável, já que eu quero mais ação do que choradeira. Espero que no próximo livro ela acorde para a vida e seja mais decidida e forte.

Gostei bastante dessa segunda parte da trilogia, que reacendeu minha esperança de que Juliette escolha Warner e que incendiou de vez o enredo da distopia. Espero que a autora continue nesse mesmo caminho e que termine essa estória unindo todas as pontas soltas que ela criou em Liberta-me.

Boa Leitura!
Até o próximo post!

05 outubro 2013

Top 5: Animações Disney

O blog ficou abandonado por uma semana porque eu estava com falta de tempo, mas vamos voltar com a rotina normal. O post de hoje vai iniciar meus posts da semana da criança, eu sei que não sou criança mais, mas como eu ainda tenho uma criança dentro de mim acho que vai ser bem legal. 

Esse primeiro post é sobre uma paixão minha da vida toda, as animações da Disney. Resolvi fazer um TOP 5 dos meus filmes preferidos, desde que eu era criança até os dias de hoje. E se você infelizmente esqueceu os prazeres da sua infância ou abandonou todos eles no passado, só tenho que ter dó de você, porque eu guardei os prazeres das animações para a vida adulta, e não me privo da diversão de ir ao cinema assistir os filmes dos estúdios Disney.

5º) Enrolados (2010)

Sinopse: "Flynn Ryder  é o bandido mais procurado e sedutor do reino. Um dia, em plena fuga, ele se esconde em uma torre. Lá conhece Rapunzel, uma jovem prestes a completar 18 anos que tem um enorme cabelo dourado, de 21 metros de comprimento. Rapunzel deseja deixar seu confinamento na torre para ver as luzes que sempre surgem no dia de seu aniversário. Para tanto, faz um acordo com Flynn. Ele a ajuda a fugir e ela lhe devolve a valiosa tiara que tinha roubado. Só que a mamãe Gothel , que manteve Rapunzel na torre durante toda a sua vida, não quer que ela deixe o local de jeito nenhum."

"Enrolados" é uma animação bem recente, e me encantou por ter uma Rapunzel mais moderna (gosto de mocinhas fortes) e ter como par romântico um ladrão, o único problema é ele ser dublado pelo Luciano Huck (fala sério, não tem como não esperar ele dizer "loucura, loucura").

Um dos maiores motivos que me fazem amar Enrolados é o fato dele ser um musical, como as antigas animações (da minha infância). A trilha é muito linda, tem músicas incríveis e com toda certeza a minha preferida delas é "Vejo Enfim a Luz Brilhar", que é sensacional na original e na versão em português.




4º) O Corcunda de Notre Dame (1996)

Sinopse: "Em Paris, durante a Idade Média, vive Quasímodo, um corcunda que mora enclausurado desde a infância nos porões da catedral de Notre Dame. Um dia Quasímodo decide sair da escuridão em que vive e conhece Esmeralda, uma bela cigana por quem se apaixona. Para conseguir concretizar seu amor ele terá antes que enfrentar o poderoso Claude Frollo e seu fiel ajudante Febo."

A minha paixão por adaptações cinematográficas de livros deve ter se iniciado na minha infância, porque em 1996 quando eu nem sabia quem era Victor Hugo já era encantada pela estória do Quasímodo, criada pelo escritor, tudo isso graças a essa animação. 

Gosto muito de o "Corcunda de Notre Dame", por ser uma estória que ensina a não julgar as pessoas pelas aparências, uma lição que tento carregar para a vida inteira. E uma das melhores coisas é ela não ser clichê, fugir do caminho "mais correto" e ir para o lado "mais real".

Ele também é uma animação musical e tem uma das músicas que pra mim é a mais linda que já vi em uma animação, que é "Salve os Proscritos".




3º) Hércules (1997)

Sinopse: "Olimpo, Grécia. Na morada dos deuses só existe alegria com o nascimento de Hércules , o filho de Zeus  e Hera . Mas o deus do mundo subterrâneo, Hades, não compartilha desta felicidade, pois conspira para tomar o lugar de Zeus, o que só poderá ser feito quando os planetas estiverem alinhados (isto demorará 18 anos) e, como foi predito, se não houver intervenção de Hércules, que na época será um jovem. Assim Hades ordena para duas entidades que dêem para Hércules uma poção que o transformará num mortal. Ela precisava ser toda ingerida e, por Hércules não ter bebido uma gota, ainda fica nele uma centelha divina, que lhe dá uma enorme força. Porém ele não é mais um deus e assim não pode viver no Olimpo. Hércules passa a ter como pais adotivos Alcmena  e Anfitrião . Hércules sente-se diferente dos demais jovens e então fica sabendo através de seus pais adotivos que sua origem é divina. Ele decide então voltar ao Monte Olimpo, mas para isto precisa antes se tornar um verdadeiro herói."

Os estúdios Disney sempre gostam de utilizar de estórias de todos os lugares, eles não se prendem apenas nos contos de fadas, o que eu acho genial. Não me entendam mal, eu gosto de estórias de princesas, mas sempre fui fã de aventuras e de personagens que tem que vencer distâncias. E o mito de Hércules tem tudo isso, e é sobre mitologia grega que é um tema que eu adoro.

Minha paixão por "Hércules" nasceu devido ao grande toque de humor com que a estória é contada, mas principalmente por ter a melhor trilha sonora de todas, é até difícil escolher apenas uma canção, porque eu gosto de todas. Mas como a minha personagem preferida do filme é a Meg e pra mim as melhores canções são as que as Musas participam, não podia ser outra do que "Não direi", que eu tomei como trilha sonora pessoal por muito tempo.






2º) Mulan (1998)

Sinopse: "Quando os mongóis invadem a China, o imperador decreta que cada família ceda um homem para o exército imperial. Com isso, uma jovem fica angustiada ao ver seu velho e doente pai ser convocado, por ser o único homem da família. Ele precisa ir, mesmo sabendo que certamente morrerá, para manter a honra da família. Assim, sua filha rouba sua armadura e espada, se disfarça de homem e se apresenta no lugar do pai, mas os espíritos dos ancestrais decidem protegê-la e ordenam a um dragão, que havia caído em desgraça, que convença a jovem a abandonar seu plano. Ele concorda, mas quando conhece a jovem descobre que ela não pode ter dissuadida e, assim, decide ajudá-la a cumprir sua perigosa missão de ir para a guerra e voltar viva."

"Mulan" é uma das minhas animações preferidas da vida porque tem personagem feminina forte, é musical, é muuuuuiiiitoooo engraçada, conta estória de superação, tem ação, não é apenas um conto de fadas,  tem personagens incríveis (beijo pro Mushu, que tem a melhor cena) e se passa na China (um dos lugares que eu quero muito conhecer). 

Adoro a trilha de Mulan e a minha música preferida é "Eu Serei um Homem como Você" que é demais, gosto dela por causa do coro lindo.




1º) A Bela e a Fera (1991)

Sinopse: "Em uma pequena aldeia da França vive Belle, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelo moradores da localidade, e seu pai, Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, Belle não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e convencida. Quando o pai de Belle vai para uma feira demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela. Quando Belle sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os "moradores" do castelo, que lá vivem e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor, sendo que isto tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair o feitiço não poderá ser mais desfeito."

Claro que a minha animação Disney preferida tinha que ser "A Bela e a Fera", ele já tinha atingido o alto do pódio no post que fiz sobre filmes da minha vida. Essa animação pra mim é a melhor porque ensina, é uma estória que eu sempre gostei, tem uma trilha sensacional, a Bela é a melhor princesa (inteligente e gosta de ler) e para mim é a animação mais sensacional que Walt Disney já produziu (sem mais delongas).

Eu gosto tanto desse filme que cantava as músicas 24h na cabeça da minha mãe quando era criança. Sei que a maioria das pessoas é alucinada por "Sentimentos", e eu na infância também a achava a melhor, porém hoje pra mim uma das melhores canções interpretadas pelos personagens é a "Bela (Reprise)", que é pequena com uma letra que diz tudo, trilha sonora pessoal.


Quis fazer esse post porque pra mim os filmes da Disney são clássicos para todas as idades, eles deveriam ser obrigatórios, digo isso pelo fato de eles sempre terem uma lição de moral, que de maneira divertida e delicada marcam a gente.

Não tenho vergonha de falar que assisto esses filmes até hoje, que sei as falas e canções de cor e queria ter todos eles na minha filmoteca pessoal (planos para o futuro). Aconselho as pessoas que tem filhos que apresentem a eles todos as animações da Disney, que é algo que eu farei com os meus. E se você é adulto, volte para a infância em uma tarde qualquer e se perca nas estórias contadas nesses filmes, porque voltar a ser criança através deles é uma delícia.

Boa Semana das Crianças!
Até o próximo post!








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