31 março 2014

Resenha: A Esperança


Sinopse: "Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?"

Depois dos acontecimentos de "Em Chamas" Katniss está em segurança no Distrito 13 e só pensa em se vingar do presidente Snow e libertar Peeta. Porém nos primeiros capítulos tudo se desenrola lentamente, eu pensei que depois dos acontecimentos explosivos do livro anterior, já iniciaríamos o último livro com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, mas não é assim. Temos mais a tensão e a preparação para a guerra do que ação, achei isso um pouco irritante, queria explosão e uma Katniss mortífera, porém temos preparação e uma Katniss depressiva.

Mesmo me sentindo um pouco entediada com esse início, entendo o que Suzanne Collins quis fazer, ela mostrou que a guerra não é apenas soldados em um campo de batalha, tudo tem que ser pensado e bem construído. Nesse lento começo vemos que talvez os rebeldes não sejam tão diferentes da Capital, uma pequena faísca de desconfiança é lançada. E Katniss se torna mais real, quando não é uma máquina sem sentimentos, mas que sente fisicamente e psicologicamente, ela já não é mais a garota que se voluntariou na colheita, ela  foi marcada e mudada pelo que viveu.

Todas as personagens da estória cresceram e mudaram, não apenas Katniss, mas todos a sua volta. Finnick não é mais o galã da capital, Gale deixou de ser a sombra de Katniss, Prim não é uma garotinha assustada e Peeta deixou de ser apenas um garoto apaixonado. Peeta que é minha personagem preferida, foi o que mais sofreu com tudo, ele perdeu a perna, a família e até mesmo suas memórias, o garoto que tinha tanto medo de deixar de ser ele mesmo, se tornou um robô da capital, Collins foi cruel com o rapaz.

A terceira parte de THG escorre sangue pelas página, a autora virou uma assassina de primeira, não teve dó de sacrificar quem quer que seja. Além disso temos mortes absurdas, uma versão mais mortífera e assustadora dos Jogos, para mostrar que as ruas se tornaram um arena. Continuando a falar das mortes, tenho que dizer que uma em especial achei que merecia uma consideração maior, ficou acelerada e a personagem merecia algo a mais.

O final do livro é um soco no estômago, duro, cruel e real. Suzanne Collins não poderia ter fechado essa trilogia de melhor maneira, como já disse nas resenhas dos livros anteriores Jogos Vorazes é político e sério e seu grand finale é exatamente isso. Por isso leiam e entendam a verdadeira moral dessa distopia, em que você tem que saber quem é o inimigo.

Boa leitura!
Até o próximo post!


24 março 2014

Resenha: O Grande Gatsby

Para iniciar as resenhas de clássicos aqui no blog, como já disse anteriormente esse ano vou ler mais esses livros. O primeiro dessa leva, é daqueles livros que mesmo antes de ler eu já sabia que ia entrar para os favoritos. "O Grande Gatsby" me conquistou em sua versão cinematográfica de 2012 (já falei dela aqui),  me encantei pela estória do misterioso Jay Gatsby.


Sinopse: "O Grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald é original e grandioso ao narrar a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece - Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente."

A obra de Fitzgerald, não é rebuscada ou extensa, pelo contrário, ela é enxugada e de fácil entendimento. Me deliciei pela escrita do autor, que te envolve com todos os mistérios, e devorei "O Grande Gatsby", como se fosse um best-seller que leio em apenas 1 dia.

O talento do autor não fica apenas em criar estórias, mas em formar personagens, eles são todos bem construídos . Me encantei por eles, mas principalmente pelo Gatsby, ele tão apaixonado, desejando eternamente aquele amor de verão, buscando maneiras de ser digno de Daisy, é tudo muito lindo, ele foi morar no meu coração. E por amar ele demais, odeio a Daisy (Tipo Bentinho e Capitu) e adoro Nick Carray, por entender verdadeiramente o seu misterioso vizinho.

Os anos 20 com todos seus excessos e glamour são muito bem retratados no livro. Porém Fitzgerald também mostra toda a solidão e futilidade por trás das festas grandiosas e vidas glamourosas. Todos aceitavam Gatsby, por ele dar festas inesquecíveis, mesmo quando haviam boatos ruins sobre suas ações, mas ninguém se importava verdadeiramente com o anfitrião,bastava boa música e taças cheias, para que se esquecessem de tudo.

Outro detalhe que gosto demais são os olhos do doutor T.J. Eckleburg, como se fosse aquele que tudo vê. Acho uma bela metáfora para a imagem de Deus, que assiste aos acontecimentos  e sabe a realidade dos fatos. Vendo o comportamento de todas as personagens da estória

Não é atoa que "O Grande Gatsby" se tornou tão famoso e perdura até os dias de hoje, Fitzgerald fez um retrato fiel da sociedade da época e sua crítica é extremamente atual, é uma obra que vale a pena ser lida várias vezes. 

P.S: Continuo afirmando que Leonardo DiCaprio é o Gatsby!

Boa Leitura!
Até o próximo post!






21 março 2014

Filme: Trapaça

Como já era de se esperar, eu não consegui assistir todos os filmes do Oscar antes da cerimônia. Porém, irei assistí-los aos pouco e fazer posts aqui no blog como prometido. Depois de "Lobo de Wall Street" eu assisti "Trapaça", e como já era de se esperar o filme é bom.


Sinopse: "Irving Rosenfeld (Christian Bale) é um grande trapaceiro, que trabalha junto da sócia e amante Sydney Prosser (Amy Adams). Os dois são forçados a colaborar com um agente do FBI (Bradley Cooper), infiltrando o perigoso e sedutor mundo da máfia. Ao mesmo tempo, o trio se envolve na política do país, através do candidato Carmine Polito (Jeremy Renner). Os planos parecem dar certo, até a esposa de Irving, Rosalyn (Jennifer Lawrence), aparecer e mudar as regras do jogo."


Sabe esses filmes em que são cheios de reviravoltas?! Pois é, "Trapaça" é exatamente isso, quando agente acha que tá dando tudo certo, tudo vai pelo espaço e quando tudo tá uma merda, acontece algo que melhora tudo. Eu particularmente gosto de filmes assim, em que tudo pode acontecer.A estória não é contada cronologicamente, passado e presente se entrelaçam. E você tem que ficar atento a essas mudanças de tempo, para tentar entender bem o que está acontecendo.


O elenco do filme é incrível, já falei isso no post das escolhas. Porém achei o Brandley Cooper apagadinho na estória, até mesmo Amy Addamns ficou de lado durante um tempo. Não que os dois atuem mal, mas mesmo nas cenas que só tinha o casal, faltava alguma coisa. Acho que isso aconteceu principalmente pelo segundo casal da trama.


Porque Christian Bailey e Jennifer Lawrence são soberanos nesse filme. Christian que é o rei da transformação corporal mais uma vez brilha com seus 16kg a mais (que lhe causaram uma hernia de disco), careca e roupas extravagantes, ele está impecável como Irving. E JLaw como sua esposa é um show à parte, com seu penteado armado e totalmente louca (adoro ela cantando "Live and Let Die"), achei que dessa vez ela merecia mais o Oscar do que no ano passado.



O que eu mais gostei nesse filme com certeza foi o figurino, MEUDEUS! estava tudo impecável. O final dos anos 70 com seus decotes, brilhos, cabelos volumosos,veludo, óculos, está tudo lá. Acho que considero o filme bom principalmente por isso, gosto dessa preocupação com a identidade da época.


A questão da identidade da época também está na trilha sonora, que é um deleite também. Adorei todas as músicas, mas carinho especial para Goodbye Yellow Brick Road do Elton John, A Horse With No Name do America e claro I Was Born to Love You que não foi na versão do Queen, mas foi demais.


Gostei muito de "Trapaça", mas não acho o melhor filme que estava concorrendo, ele como já era de se esperar não ganhou nada. Acho que ele melhor na sua montagem do que na estória em si, porém é um filme que vale a pena assistir.

Bom Filme!
Até o Próximo Post





17 março 2014

Resenha: The Maze Runner - Correr ou Morrer

Em tempos de modinha distópica, as livrarias estão cheias de exemplares sobre o "futuro". Muitos desses livros tendem a ser parecidos e criar algo que destoe de famosas distopias como "Jogos Vorazes" é algo complicado. Porém James Dashner conseguiu criar algo inovador ainda nesse universo futurístico.


Sinopse: "Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.
Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar - chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.
Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. "

Fiquei interessada em ler "The Maze Runner" devido as belas capas dessa série. MEUDEUS! Que capas maravilhosas, só vejo algo semelhante nas capas de "As Crônicas de Gelo e Fogo". Fico feliz com capas de YA mais sombrias.

No começo de "Correr ou Morrer" eu fiquei tão confusa quanto Thomas, tudo ainda era muito novo e não haviam muitas explicações. Acho que isso foi uma estratégia do autor para que nos sentíssemos como um novo morador da Clareira, sem entender muita coisa. Essa característica faz com que leiamos com voracidade as páginas do livro, tentando buscar respostas e desenrolar todos os fios dos mistérios que envolvem aquele local.

As personagens do livro são um pouco estranhas, digo isso devido ao seus comportamentos. Em alguns momentos eles eram apenas adolescentes, em outros eles se comportavam com muita maturidade, fazendo com que eu às vezes me esquecesse que eram todos muito jovens. Ainda não me encantei por nenhuma personagem, gosto de Thomas e Newt, mas ainda não tenho um apego sentimental por eles.

O enredo de "Maze Runner" é muito envolvente, daqueles que nos faz roer as unhas de ansiedade. Tudo é bem rápido, mas não é corrido. Acho que esse enredo foi o que mais me empolgou nessa série.

James Dashner vai desenvolvendo a estória e aos poucos vamos ganhando algumas informações a respeito de tudo que está acontecendo. Entretanto no final desse primeiro livro ainda nos restam dúvidas e várias especulações. Esse novo mundo ainda não foi completamente desvendado, algo que nos faz desejar fervorosamente a continuação. 

Boa Leitura!
Até o próximo post!

10 março 2014

Resenha: Em Chamas

Resenha de hoje é do meu livro preferido da trilogia THG, porque é em "Em Chamas" que a coisa começa pegar fogo (o nome já diz tudo), inclusive foi por causa dele que resolvi reler a série e fazer resenha aqui.


Sinopse: Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.


A capa de "Em Chamas" é ainda melhor do que a de "Jogos Vorazes", ela dá uma leve pista do que será a estória. Temos um torda em um a mira, não um tordo de metal dourado, mas um tordo real. Katniss é o tordo, que está na mira da Capita, isso é genial.

Como já disse acima, o feito de Katniss na arena do último Jogos desencadeou uma série de rebeliões nos outros distritos. A garota é vista como o símbolo da revolução tanto para os moradores dos distritos, quanto para o presidente Snow. Para que tudo isso acabe ela tem que provar que está loucamente apaixonada por Peeta Mellark, e que a tentativa de suicídio com as amoras não foi uma afronta ao governo.

Em meio a todos os problemas com a Capital, Katniss está confusa, não sabe se sente falta do companheiro de arena ou se está apaixonada pelo amigo Gale. Muita gente acha esses pensamentos da garota em chamas, algo egoísta, porém eu acho plausível, afinal ela só tem 17 anos. As pessoas esquecem que a protagonista desse livro é apenas uma adolescente, que até ter que enfrentar a maldade do governo.

Saibam que não defendo totalmente a Katniss, concordo que em alguns momentos ela é egoísta, não se importa com os outros, principalmente com o filho do padeiro. Ela só pensa em seus próprios sentimentos, nas suas decisões e em pagar suas dívidas, excluindo Peeta de tudo, criando uma ideia contrária do que ele é. Fora que ela não pensa na rebelião, ela só pensa em salvar a quem ama.

Se no primeiro livro eu já era encantada por Peeta Melark, agora me encantei de vez, a nossa donzela em perigo é tão amável, bondoso e carismático, que não tem como não se apaixonar. Na minha humilde opinião, ele deveria ser o Tordo, com seus discursos maravilhosos e suas sacadas geniais, ele seria o rosto da revolução.

Como forma de acabar com Katniss o presidente resolve realizar "O Massacre Quartenário", enviando os vencedores de jogos anteriores de volta a arena. E nesse contexto surgem duas novas personagens tão incríveis quanto o garoto do pão: Finnick Odair e Johanna Mason. MEUDEUS! o que são esse dois, eles foram um  ótima adição.

O Massacre também é incrível, o formato da arena, as armadilhas, os tributos. Fiquei com uma baita inveja da imaginação de Suzanne, tudo está impecável. E as suas descrições nos fazem criar perfeitamente os cenários.

As críticas sociais e políticas vem ainda mais inflamadas em "Em Chamas". As tentativas do governo de acalmar os ânimos de todos, as distrações, a tentativa de apagar o rosto da revolução. Isso é real, não é apenas uma ficção. Nessa segunda parte Susanne Collins mostra mais ainda a realidade gritante de governo totalitaristas, manipulação de massas, obsessão pela carnificina.

"Em Chamas" acaba de uma forma que nos faz querer ler "A Esperança" imediatamente. E deixa um rastro de fogo para um final explosivo.


Boa Leitura!
Até o próximo post!

03 março 2014

Resenha: Azul da Cor do Mar

Esse era um dos livros que eu mais estava ansiosa para ler esse ano, já resenhei outro livro da autora no ano passado. E contei o quanto adorei a escrita da minha conterrânea Marina Carvalho. O novo livro dela é tão delicioso e viciante quanto.


Sinopse: "ACASO, DESTINO ou LOUCURA? No caso de Rafaela, Pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível. Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez... A idéia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida. Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando de Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do Mundo. Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços -, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa... E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego. Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão."

Eu me apaixonei pelo livro na sinopse, tudo porque é a estória de uma estudante de jornalismo de Belo Horizonte, identifiquei totalmente. E enquanto fui lendo perdi a noção das horas e quando assustei já era noite e eu havia lido o livro todo, a escrita da Marina é viciante.

Marina continua escrevendo muito bem, só tive alguns probleminhas, não gostei da maneira como ela citava algumas marcas e nome de lugares, acho que isso tornou o livro em algo muio marqueteiro. Em alguns momentos em que ela citava alguém famoso e dava uma explicação também achei desnecessário, acho que o leitor tem que fazer essa associação sozinho. Tirando essas partes ela continua com uma ótima mão para fazes chick-lit.

Com as personagens do livro vivi uma espécie de amor e ódio, principalmente a Rafaela, que MEUSDEUSDOCÉU é uma lerda. Sério, entendo que ela criou uma imagem do garoto e queria alguém como ele, mas isso é uma loucura, tanto homem lindo e a fim dela e ela lembrando de um garoto que nem conheceu. O Bernardo, também foi a mesma coisa, não entendi a dele até agora, tratar mal as pessoas gratuitamente, mas como eu sou fã de um casca grossa me rendi aos encantos dele.

O livro é leve (em algumas situações até de mais), mas é delicioso. Seria aquele livro digno de leitura de férias de verão, em que só queremos algo para nos divertir. Recomendo a leitura sim, para quem curte uma boa comédia romântica.

Boa Leitura!
Até o Próximo post!
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