20 agosto 2014

Música: Bastille

Já faz algum tempo que eu não faço posts musicais aqui no blog, por isso para matar saudades eu prometo fazer pelo menos dois posts, dando dicas musicais. O primeiro deles será sobre a minha banda queridinha do momento: Bastille


Bastille é uma banda de indie rock inglês (juntou tudo que eu gosto), que foi formada em 2010. No princípio a banda era apenas um projeto solo do vocalista Dan Smith, que mais tarde chamou os outros componentes para formar o Bastille. Inclusive, o nome do grupo é em homenagem ao Dan, porque ele faz aniversário no Dia da Bastilha, 14 de julho. Eles assinaram contrato com a Virgin Records, no mesmo ano em que se juntaram e lançaram o single Overjoy.


Conhecia a banda escutando uma das músicas deles no rádio, lembro que de cara já gostei e queria saber quem era que cantava. Com certeza você também já devem ter ouvido "Pompeii", que está tocando direto nas rádios e é trilha da nova temporada de "Malhação" (e isso não é ruim, porque mesmo essa novela sendo muito ruim, as músicas sempre são ótimas).


Se você ainda não conhecia (deve viver em outro planeta, brincadeira), e acabou de conhecer e adorar, preciso dizer que Bastille não é uma banda de um sucesso só, pelo contrário, o CD deles é recheado de músicas incríveis e deliciosas. Eu gosto bastante das músicas por grande parte delas terem um piano (adooooroo músicas com piano), e claro que pela voz incrível do Dan Smith.


Para você que acabou de conhecer a banda, eu fiz uma listinha das minhas músicas preferidas, que eu tenho certeza que irão te conquistar e fazer com que você vire fã de carteirinha deles.

The Things We Lost In The Fire

Bad Blood

Laura Palmer

Flaws

Oblivion

As músicas são incríveis, não são?! O que?! Ainda não te convenci? Então vou dar a cartada final, e uma dos meus grandes motivos de ter me encantado pela banda: As versões acústicas. Pois é, a banda tem umas versões diferentes para algumas de suas músicas, e como já disse antes, o vocalista Dan Smith tem uma voz linda, mas nessas versões ele consegue se superar (suspirando aqui, porque tenho uma queda por ele). Fora que, eles gostam de usar violinos e o piano dá para se ouvir mais claramente, é muito lindo.


Pompeii (Live At Capitol Studios)

Oblivion (Live At Capitol Studios)

Flaws (Recorded At Abbey Road)


Eles não são demais?! Se você gostou e não vê a hora de curtir um show deles, eu tenho uma ótima notícia, está rolando uma conversa de que eles vão vir cantar no Lollapalooza, então já pode aprender a cantar todas as músicas.




18 agosto 2014

Resenha: Os Instrumentos Mortais - Cidade do Fogo Celestial

O capítulo final da série "Os Instrumentos Mortais" finalmente chegou, e eu que custei a me apegar a história dos caçadores de sombra fui surpreendida nesse último livro, positivamente.


Sinopse: "ERCHOMAI, Sebastian disse. Estou chegando. Escuridão retorna ao mundo dos Caçadores de Sombras. Enquanto seu povo se estilhaça, Clary, Jace, Simon e seus amigos devem se unir para lutar com o pior Nephilim que eles já encararam: o próprio irmão de Clary. Ninguém no mundo pode detê-lo — deve a jornada deles para outro mundo ser a resposta? Vidas serão perdidas, amor será sacrificado, e o mundo mudará no sexto e último capítulo da saga Os Instrumentos Mortais."

Depois de "Cidade das Almas Perdidas" em que Clary e Jace ficaram com Sebastian e nós podemos ter uma imagem melhor do vilão dessa segunda fase de TMI, eu esperava mais ação para o meu personagem queridinho. Sim, eu sou muito fã do Sebastian, acho que ele deu um up na estória. E falando em up preciso elogiar o desenvolvimento da escrita da Cassandra Clare, sempre disse que a autora escreve bem, porém em CoHF ela conseguiu se superar, ficou tudo muito mágico. As descrições da autora que são criticadas por algumas pessoas, para mim continuam impecáveis e extremamente visuais. O livro é grande, mas não é cansativo como o primeiro, pelo contrário o livro é uma delícia, com seu narrador em 3º pessoa (coisa que tem sido muito difícil de encontrar), diálogos interessantes e cenas de humor.

As personagens de "Os Instrumentos Mortais" para mim são o ponto forte da narrativa, acho que nesse sexto livro Cassandra Clare mostrou bem o desenvolvimento deles. Eu que sempre tive algumas reticências a respeito de Clary e Jace, posso dizer que gostei bastante dos dois nesse livro, acho que eles perderam um pouco o padrão homem incrível e mocinha em apuros, Jace se tornou mais humano, mantendo seu sarcasmo, e Clary conseguiu mostrar que os tempos que passou com o irmão Sebastian a tornaram mais corajosa. Simon, conseguiu me conquistar novamente (eu o odiava desde quando se tornou vampiro), o seu final foi incrível. Os irmãos Lightwood, que nunca tiveram muito o meu amor, também cresceram e finalmente temos um Alec que merece Magnus Bane.

Um personagem em particular dessa série merce um parágrafo exclusivo, o meu vilão preferido: Sebastian. Adoro ele desde sua primeira aparição em "Cidade de Vidro", sempre previ que ele teria um final grandioso  e não podia está mais correta. Todas suas aparições em "Cidade do Fogo Celestial" ele era impecável com toda sua loucura e obsessão. E a autora conseguiu fazer com que seus atos fossem justificáveis. Um palavra: Genial!

Gostei do enredo, de tudo que foi acontecendo e como Cassandra inseriu as personagens das outras séries sobre caçadores de sombras, "As Peças Infernais" e "The Dark Artifices". Claro que é um problema para quem não leu "As Peças Infernais", já que "TMI" se passa depois dos acontecimentos entre Tessa, Will e Jem, porém não foi algo que me incomodou, pelo contrário, já quero ler a trilogia. E a inserção de Emma e os Blackthorn foi muito sutil e inteligente, posso dizer que acho que "TDA" vai superar "TMI", pelo nível de suas personagens, e que espero logo o primeiro livro.

"Cidade do Fogo Celestial" consegue passar a tensão da batalha final, mas também tem suas partes suaves. Algumas cenas são tão visuais que era possível enxergá-las com suas cores. Gostei muito do livro, achei que a Cassandra conseguiu fechar algumas estórias e deixar as pontas exatas soltas. Para mim o melhor livro da série e um ótimo fechamento.

Boa leitura!
Até o próximo post!




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