29 setembro 2014

Resenha: Legado Ranger - Cemitérios de Dragões

Terminei de ler o novo livro do Raphael Draccon, já fiz resenha da trilogia "Dragões de Éter" e elogiei a qualidade da escrita do autor, então as expectativas estavam elevadíssimas e posso dizer que foram superadas.


Sinopse: "Em diferentes pontos do planeta Terra, cinco pessoas com histórias e origens completamente distintas desaparecem por motivos variados e acordam numa outra realidade. Em meio a guerras envolvendo demônios, dragões, homens-leão, seres fantásticos e metal vivo, os cinco precisam compreender os motivos de estarem ali e combater um mal que talvez não possa ser impedido."

A primeira coisa que preciso falar é o quanto voltei a minha infância lendo "Cemitérios de Dragões", quando li os primeiros capítulos me lembrei de "A Caverna do Dragão", sério, até os personagens se pareciam com os da animação, dá para fazer bem a associação. Com o desenvolvimento da estória os jovens perdidos em uma dimensão paralela viram "Power Ragers", e o quanto isso é legal você só vai entender se  já assistiu um desses programas.

Tirando essa influência pop que é algo característico do Raphael, a escrita dele continua muito boa, ele aprimorou bastante suas descrições. Outro ponto positivo foi que a inserção a um novo universo não foi monótona e desgastante, como acontece em na trilogia anterior, a estória pega fogo logo de cara. Raphael Draccon continua sendo um ótimo bardo.

Adorei as personagens do livro, como já disse anteriormente elas se parecem demais com as de "Caverna do Dragão. Derek é o Hank, com seu jeito de líder, Amber é a Sheila, preocupada com o irmão, Ashanti é muito Diana, a descrição física é muito semelhante, Daniel é o Presto, os dois são muito nerds, e temos Romain a personificação literária do Eric, tão irritante quanto. Claro que as semelhanças existem, mas as personagens de Draccon são mais adultas e tem suas particularidades.

O enredo é muito envolvente e bem construído, adoro essa mudança de planos, quando conta a estória de cada um, isso também é bem característico do autor. A estória é em envolvente e aos poucos você vai devorando as páginas para saber como vai acabar toda aquela loucura. E quando chegamos ao epílogo, OMFG, o que foi aquilo?! Acho que podemos esperar coisas grandiosas de Legado Rager II.

Fiquei muito satisfeita com o livro, os nossos autores brasileiros estão mostrando que escrevem fantasia tão maravilhosamente bem quanto os gringos. Para os fãs de fantasia que ainda não deram uma chance aos brazucas, vocês não sabem o que estão perdendo.

Até o próximo post! 

26 setembro 2014

Porque eu gosto é do vilão

Estou querendo fazer posts diferentes aqui no blog, posts que eu vou falar minha opinião sobre coisas aleatórias. Para inaugurar essa nova fase do blog, resolvi falar sobre uma coisa que eu concluí assistindo "Thor" (sim, eu nunca tinha visto o filme), que eu não gosto de mocinhos eu gosto é do vilão.


Eu estava ali assistindo o filme e o tempo todo eu só fiquei pensando, MEUDEUS como esse Thor é chato, o Loki devia ser a personagem principal dessa estória. Eu sei que o Thor é mais bonito e tem ações mais bondosas, mas isso tudo é muito chatinho e monótono. Porque na realidade ninguém é assim na vida real, todo mundo tem defeitos, qualidades, medos, habilidades, falta delas. O ser humano é um ser complexo e na maioria das vezes os vilões são assim. O Loki mesmo, é dessa maneira, ele começa o filme não como uma pessoa ruim, ele é apenas um filho com ciúmes, mas quando os mistérios da sua vida vão sendo revelados ele vira mau. Nesse momento eu parei e pensei, gente até eu ia colocar meu pai em sono profundo e banir meu irmão se eu tivesse essa vida. É mais fácil aceitar uma personagem assim do que alguém que se intitula o todo poderoso Thor.


O meu flerte com o lado negro da força não é de hoje, lembro que quando li os livros de Harry Potter (quando tinha os meus 13, 14 anos), eu gostava muito mais do Lorde Voldmort do que do menino que sobreviveu. Isso aconteceu principalmente quando a vida de Tom Ridley começa a ser mostrada, lá para o sexto livro, você começa a ver que ele não é apenas um homem obcecado pelo poder, ele era uma criança rejeitada, que do nada descobre que é diferente de todas as outras crianças, que ele tem poderes, que é especial. Para alguém que não era nada para a própria mãe, isso sobe a cabeça. E nesse momento você começa entender a loucura de ser o dono de tudo.


Continuando nos YA não posso me esquecer de citar duas personagens "vilãs" que descobri recentemente, e que cai de amores, Sebastian de "Os Instrumentos Mortais" e Warner de "Estilhaça-me". Os dois não amam, são obcecados, imploram por atenção e são vítimas de pais carrascos e mães distantes. Em uma outra dimensão acredito que eles se conhecem e são muito amigos (sim eu acredito em dimensões em que os mundos literários convergem). E os dois conseguem ser perdoados de suas ações malucas, porque sua crueldade é justificável, você consegue aceitar as maldades que o Sebastian faz, quando aos poucos ele mostra suas inseguranças a Clary. E Warner que conseguiu desconstruir sua péssima imagem, de psicopata assassino, quando você começa a ver por trás do seu impecável uniforme, e é aí que ele encanta e todos torcem para o "vilão" ficar com a mocinha.
Claro que também não posso me esquecer das meninas malvadas, e para as vilãs eu acho que a melhor representante é Miranda Priestly, a editora da Runway Magazine, que é diabo encarnado. Miranda não é só chata e maldosa, ela é mais que isso, ela uma mulher que teve que vestir a carapuça para estar no lugar onde chegou. Uma mulher forte que intimida os homens, e por isso não é feliz em nenhum casamento. Que maltrata os funcionários, mas para não ser apunhalada pelas costas. Ela segue a teoria que antes ser temido, do que ser amado.


E para fechar essa declaração de amor aos maldosos, não podia deixar de citar um dos meus vilões preferidos, o Dr. Hannibal Lecter. Um canibal, sociopata, serial killer, um vilão com currículo invejável. Mas daqueles que fascina e apaixona, é impossível não assistir aos filmes ou ler os livros sem se admirar com o que ele fala e faz. Hannibal é inteligente, manipulador e sedutor, isso é inegável e já são coisas que nos fazem admirá-lo. Mas quando sua origem é revelada, nós conseguimos compreender a sua loucura e passamos a gostar mais ainda do gênio do mau.


Então depois dessa lista de cruéis, maldosos, malévolos, perversos e ruins, tenho certeza de que você vai parar para pensar e ver que o lado negro da força, não é tão ruim assim, é apenas uma questão de complexidade. E afinal, quem não é um pouco complicado?!



Até o próximo post!

22 setembro 2014

Resenha: Se eu ficar

Adoro adaptações de livros para o cinema, e quando fui assistir "A Culpa é das Estrelas" vi o trailer de "Se eu ficar" e fiquei bem interessada pela estória, quando descobri que era um  livro, precisei lê-lo antes de ir ao cinema conferir a adaptação.


Sinopse: "Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas."

Quando eu li a sinopse do livro identifiquei vários clichês, menina certinha que encontra cara incrível, os dois se apaixonam e juram amor eterno. Juro que comecei a ler o livro com um pé suuuper atrás, mas posso dizer que ao longo da estória fui me surpreendendo. Mia é mais que uma garota certinha, acho que ela é mais que isso, principalmente quando vamos conhecendo sua família.

Adorei a família da Mia, seu pai, sua mãe e o Teddy são incríveis. Todas as cenas de flash back eles conseguiam me conquistar totalmente, e acho que isso faz com que você vá aceitando o jeito monótono da Mia. Uma família nada convencional, mas tão amorosa como qualquer outra.

O relacionamento de Mia e Adam foi algo que me incomodou um pouco, sei lá acho demais essa paixão arrebatadora, um não consegue viver sem o outro, muito drama. Mas gostava dos momentos em que existiam crises, aquilo ali era mais real do que as juras eternas. E acho que o grande problema é o complexo de príncipe encantado do Adam.

Gostei da estória, do fato de ela ir e voltar no tempo, gosto de enredos assim. A falta de cronologia não te deixa perdido no livro, porque cada momento em que Mia revive uma memória ela está ligada diretamente com algo que está acontecendo. Gostei muito da maneira como Gayle Forman escreve.

O fato da Mia ter que decidir se fica ou se vai para mim ficou em segundo plano, foi mais um relato da sua vida. Não senti emoção, acho que faltou ser mais brutal e pegar pesado, parecia que a autora tinha medo de entristecer demais. Pelo menos comigo isso aconteceu, eu esperava me sentir abalada pela estória, mas isso não aconteceu, achei que faltou alguma coisa.

Mesmo não me emocionando ainda sim considero "Se eu ficar" um bom livro, pelas personagens que me conquistaram, pelas tentativas de escapar dos clichês e por sua continuação. Isso mesmo, no livro já vem com uma prévia do próximo "Para onde ela foi", e eu acredito que ele vai conseguir superar "Se eu ficar e acabar com todos os clichês.


Boa Leitura!
Até o próximo post!

21 setembro 2014

TOP 5: Personagens Que Eu Gostaria de Ser

Vi essa TAG no blog Bibliophiliarium, e fiquei muito afim de fazê-la aqui no blog. Afinal, quem nunca quis ser algum personagem de um livro?! Antes de começar preciso dizer que não escolhi apenas personagens femininas, por isso não se assustem com alguns moçoilos citados no post.

5º) Tyrion Lannister


Sim, eu gostaria de ser o Tyrion Lannister, porque ele é inteligente, perspicaz e bondoso de uma maneira que nenhuma das outras personagens conseguem ser. Mesmo que ele tenha que sofrer com o preconceito das pessoas, ele sabe lidar com isso e mostra que com as palavras e inteligência qualquer um pode rebater aos ataques de outras pessoas.

4º) Peter Pan


Gostaria de ser o Peter Pan por dois motivos básicos: nunca crescer e voar. Eu amava ser criança, gosto muito das lembranças que guardei dessa fase e seria mágico viver esses momentos eternamente. E claro que tinha que falar sobre voar, afinal quem nunca quis conseguir voar, seria uma grande aventura.

3º) Hermione Granger


Quem não quer ser a Hermione Granger? Deus, ela é uma trouxa que é convidada para o mundo mágico, ela é brilhante, amiga e corajosa. Fora que ter dois melhores amigos como Harry e Rony é demais.

2º) Capitu


A Capitu é uma das mulheres mais misteriosas e sensuais da literatura, e eu gostaria de ser como ela. Ela tem um brilho e um magnetismo que faz com que ela roube a cena sempre em que aparece. E ela é assim sem fazer força, desde criança ela tinha essa sensualidade, e isso é algo que eu gostaria de ter.

1º) Elizabeth Bennet


Gostaria de ser Elizabeth Bennet por sua firmeza em seus ideais, mesmo em uma sociedade em que as mulheres tinham que seguir ideais machistas, ela consegue impor as suas vontades e escolhas. Uma das coisas que mais gosto nela é o fato dela sempre ter resposta para tudo. E quem não gostaria de ter um Mr. Darcy só seu.

Gostaram da minha seleção, adoraria saber o quais as personagens vocês gostariam de ser.

Até o próximo post!



15 setembro 2014

Resenha: Fazendo Meu Filme 3 - O Roteiro Inesperado de Fani

A resenha desta segunda foi a primeira que conseguir escrever logo depois de ter lido a última página de um livro. Geralmente eu preciso de um tempo, para pensar sobre a estória e escrever a resenha sem aquela sensação de encantamento pelo livro, que pode prejudicar a opinião no quesito técnico. Mas em Fazendo Meu Filme 3 tive que escrever imediatamente, para ver se conseguia encerrar o efeito que o livro da Paula Pimenta causou em mim.


Sinopse: "Fani, agora com dezoito anos, volta da terra da rainha mais segura, mais madura, e logo se dá conta de que já não é mais a mesma menina que viajou para a Inglaterra, cheia de anseios e temores. Agora, as expectativas estão voltadas para o vestibular e o tão sonhado namoro com Leo. Mas, como em um bom filme, sua vida é cheia de surpresas, alegrias, decepções e conflitos. Estefânia Castelino Belluz terá de fazer escolhas difíceis e corajosas. Seja em confusões no namoro, nas dúvidas do vestibular, nas relações com a família ou com as amigas, Fani passa por várias novas experiências e continua a fazer o seu filme, por caminhos às vezes cheios de romance e felicidade, às vezes duros e nebulosos."

Eu já resenhei os livros anteriores da série FMF, e sempre afirmei que a Paula Pimenta tinha um dom para escrever para adolescentes, porque ela consegue mostrar todas as inseguranças, tristezas, felicidades, medos dessa fase. E em "O Roteiro Inesperado de Fani" isso não foi diferente, mas pude perceber que a escrita amadureceu, gostei da maneira como ela mudou o jeito de escrever para mostrar a evolução da Fani, E o livro é daqueles que você não consegue parar de ler, devorar as páginas e ficar com o coração acelerado.

Como já disse as personagens do livro amadureceram, isso é visivelmente notável, gostei que mesmo elas evoluindo a essência não foi perdida. A Fani continua romântica e sonhadora, o Leo apaixonado e encantador, a Natália com a cabeça nas nuvens, a Gabriela com temperamento forte. Tudo ainda está ali, mas aos poucos a autora conseguiu injetar mudanças para que eles entrem para a vida adulta. Ponto fortíssimo do livro.

O enredo foi tão delicioso quanto nos outros dois livros, me envolvi e me lembrei dos momentos em que eu vivi estórias semelhantes aos que algumas personagens viveram. Acho que isso é um dos motivos da série fazer tanto sucesso, porque é muito próximo da nossa realidade, a identificação, pelo menos pra mim, é uma das coisas que me fazem apaixonar por livros.

Adorei essa terceira parte da estória da Fani, claro que acho que a autora soluciona alguns problemas muito magicamente (coisas que não acontecem na vida real), mas nada que me incomode muito. Me envolvi com FMF e juro que fiquei de coração partido quando li a última página. Por isso continuo recomendando a série tanto para os adolescente quanto para os já adultos, porque leitura boa não tem público alvo.

Boa Leitura!
Até o próximo post!

13 setembro 2014

TOP 5: Séries Preferidas

Eu adoro séries, já teve épocas em que eu assistia 5 séries de uma vez, ou fazia maratonas em que eu assistia uns 20 episódios por dia. Mas foi-se o tempo que eu podia fazer isso, então atualmente só acompanho duas séries. Então hoje vou falar das minhas séries preferidas.


5º) Doctor Who


"Doctor Who" é uma série mais velha e eu só comecei a assistir porque tem no Netflix, mas fui me encantando pela estória. Primeiro porque é sobre viagem no tempo, e eu adoro essa temática, segundo que a mudança de atores interpretando o Doctor torna a mais dinâmica e menos mais do mesmo. Ela é daquelas séries para rir e chorar, muito louca e é indicada para os fãs de fantasia, afinal manequins assassinos não é algo de fácil aceitamento.

4º) American Horror Story


"American Horror Story" também é minha queridinha por ter temporadas independentes, não sendo uma estória procrastinada em um bilhão de temporadas. Fora que ela conta estórias de terror, eu sou super fã de filmes de terror, então era óbvio que iria ser fã de AHS. Os atores são sempre muito bons e os diálogos são engraçados e foda. Fora que Jéssica Langes é sempre uma diva, em todas temporadas. E o bom é que cada temporada é uma estória diferente, com personagens diferentes.

3º) Game of Thrones


"Game of Thrones" tem meu amor, por ser uma adaptação de livro. Mas é claro que sua estória foda merecia algo mais que um simples filme. A série é impecável em seus cenários, caracterizações, enredo, não tem do que reclamar. porém não indico que você assista em família, por motivos de várias cenas de sexo e muita violência.

2º) Sex and the City


Quando era mais nova não entendia como as pessoas conseguiam gostar de "Sex and the City", mas foi assistir alguns episódios para entender essa afeição. Sou muito fã de Carrie Bradshaw e suas amigas, as estórias são muito surreais, porém muito próximas da realidade, é difícil uma mulher não se identificar com os problemas mostrados na série. Fora que ela é super divertida também.

1º) Gossip Girl


Minha queridinha, que já até ganhou post especial aqui no blog. Amo "Gossip Girl" já vi a série completa 3 vezes e não me canso. Os diálogos são legais, cheio de referências pop, o enredo com suas reviravoltas é delicioso, e até a riqueza surreal é incrível. Acho que nunca vou conseguir uma série que ocupe o lugar de GG na minha vida.

E aí gostaram da minha lista, se quiserem me indicar séries para assistir, vou adorar. Me contem nos comentários quais são suas séries preferidas.

Até o próximo post

08 setembro 2014

Resenha: A Saga Otori - O Brilho da Lua

Chegamos ao fim da saga japonesa, que sempre me faz lembrar de GoT. O último livro de "A saga Otori fechou muito bem a estória de Takeo e Kaede.


Sinopse: "Otori Takeo e Shirakawa Kaede estão casados e mais decididos do que nunca a fortalecer seus domínios. No entanto, seu casamento apressado enfureceu Arai Daiichi, o comandante que controla a maior parte dos Três Países, e insultou o nobre Senhor Fujiwara, que se considerava noivo de Kaede. O brilho da lua, terceiro volume de A saga Otori, acompanha o empenho de Kaede e Takeo em consolidar seu poder e cumprir a profecia da mulher sagrada:
Suas terras se estenderão de um mar a outro. A paz, no entanto, virá ao preço de sangue derramado. Cinco batalhas lhe custará a paz, quatro para vencer e uma para perder... O brilho da lua, continuação fascinante de A relva por travesseiro e O piso-rouxinol, nos faz conhecer mais profundamente as complexas relações de lealdade que vinculam os personagens do romance desde o nascimento."

Takeo e Kaede finalmente conseguiram ficar juntos, porém tem que lidar com suas decisões precipitadas. Os dois juntos são perfeitos, conseguem crescer e fortalecer seus domínios. Porém é quando se separam os dois só tomam decisões equivocadas, e é nesse momento que você tem que segurar na mão de Deus e ter paciência, porque você vai passar muita raiva isso é fato.

O começo do livro temos o casal principal tentando se firmar, os dois juntos conseguem conquistar muitas coisas juntos, mas Takeo é aterrorizado pela profecia de sua vida. E Kaede não consegue controlar o ciúme que tem de seu marido. E é por causa desses dois pontos que a vida dos dois é complicada. Takeo prefere acreditar que não vai morrer nas mãos de mais ninguém e Kaede toma decisões erradas por estar cega. É aí que começa o terror.

A escrita de Lian Hearn continua incrível, lembro de que em alguns momentos me consumi de nervoso e ansiedade. Mas acho que um dos pontos que eu gostei que era a objetividade, foi o que prejudicou o livro, acho que ela correu com o final e tudo se resolveu muito facilmente demais. Mesmo assim gostei do rumo da estória e de algumas pontas que ficaram soltas, como se ainda tivesse as portas abertas para uma continuação.

As personagens de A Saga Otori, tiveram um ótimo desenvolvimento, vemos uma evolução e um crescimento, não uma mudança total de personalidade. Nesse terceiro livro a estória começa a mostrar mais das outras personagens destaque pela Shizuka que ganhou meu carinho e por Fujiwara que me fez detestá-lo profundamente.

Indico A Saga Otori demais, principalmente para os fãs de anime, livros como GoT, Senhor dos Anéis e literatura de qualidade, vale muuuiiitoo a pena. Entrou com certeza pra lista de queridinhos.

Boa Leitura!
Até o próximo post!
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