30 novembro 2014

Playlist de Novembro

Hoje é o último dia do mês de novembro, então está na hora de falar da minha playlist do mês, que foi bem complicada, estava com bloqueio musical. Mas tudo acabou bem e estamos aqui cheio de músicas de garotas poderosas. E falando em poderosas eu comecei esses 30 dias escutando a poderosa Anitta, tem gente que não curte mas eu gosto do som dela, principalmente pra malhar, e ela tá com umas músicas novas muito legais, principalmente uma que ela fez participação  no DVD da Preta Gil.

Anitta - Na Batida

Anitta - Não Para

Preta Gil e Anitta - Take It Easy

No começo do mês eu estava bem fã de músicas dançantes e alegres, também escutei muito a nova do David Guetta, afinal já estou na Contagem regressiva para o show.

David Guetta feat Sam Martin  -Dangerous

Escrevi a resenha de "A Lista Negra" aqui para o blog, e enquanto escrevia duas músicas me vieram a cabeça e me acompanharam por longos dias. As duas lembram bem a estória do livro. Inclusive uma eu só me lembrei, porque tinha vídeo com o Tate de American Horror Story.

Kelly Rowland - Stole

VAST - That's My Boy

Também escutei duas músicas dignas de filmes de comédia romântica, uma da Sarah Jaffe e outra da Selena Gomez, ambas muito lindinhas, afinal eu sou fofa.

Sarah Jaffe - Clementine

Ben Kweller and Selena Gomez - Hold On

Nesse mês a Taylor Swift, que eu não curtia muito, lançou o clipe de "Blank Space" que está destruidor, literalmente, e me convenceu a amá-la. Porque esse novo CD dela tá muito bom e é impossível não se apegar em "Welcome To New York" e "Out of the Woods".

Taylor Swift - Blank Space

Taylor Swift - Welcome to New York

Taylor Swift - Out of the Woods

Taylor tem meu amor, mas não conseguiu retirar a diva Bee da minha playlist, esse mês me joguei nessa nova versão de "Flawless" com a Nivky Minaj. Além dela, também estou viciadíssima em "7/11", que tem o clipe mais manero da vida, afinal Beyoncé é gente como a gente, e dança loucamente no quarto. 

Beyoncé feat Nicky Minaj - Flawless

Beyoncé - 7/11

Para já aquecer para o lançamento de "A Esperança parte 1", eu já baixei a música da Lorde para o filme e super me apeguei. Inclusive tem uma outra música que viciei, mas essa vai pra playlist de dezembro.

Lorde - Yellow Flicker Beat

Depois das moçoilas do POP gringo eu voltei para o Brasil, e estou amando muito "Eu Sou a Diva Que Você Quer Copiar", da Valesca Popozuda, que saiu um pouco do funk e virou diva POP. Fora que é uma delícia cantar essa música.

Valesca Popozuda  -Eu Sou a Diva Que Você Quer Copiar

E no finalzinho do mês voltei a curtir Meghan Trainor e suas músicas com batida retrôs. Adoro demais a voz dela, acho que em breve ela vai ganhar post aqui no blog.

Meghan Trainor - Lips Are Movin

Que venha dezembro e suas músicas deliciosas, podem apostar que teremos JLaw na playlist do mês que vem.

Até o próximo post!





27 novembro 2014

Resenha: Extraodinário

Quando saiu "Extraordinário" da R.J Palacio foi uma febre, via várias pessoas lendo e comentando sobre o livro. Tenho que confessar que devido a esse burburinho eu fiquei com preguiça de lê-lo. Esse mês estão descobri a bobeira que foi ter adiado a leitura, porque esse livro foi um dos melhores que eu li esse ano, se não entrou para a lista de preferidos da vida.


Sinopse: "August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros."

"Extraordinário" é um livro narrado pelas próprias personagens, August e todos que convivem com ele. Acho que neste livro, a escolha do narrador personagem é perfeita, você consegue entender as personagens, sentir o que elas sentem, e o livro se torna ainda mais duro e impactante. Mesmo que a escrita seja leve e de fácil leitura, a autora conseguiu passar seriedade e questionamentos importantíssimos.

Como já disse o livro é bem denso, várias vezes me peguei emocionada e tive que parar de ler, para não ficar em lágrimas. Tudo que o August enfrenta é dolorido e te faz questionar diversas coisas. Mas não é só pelo o que ele vive, as pessoas que ficam ao seu lado também enfrentam uma barra, algumas podem parecer egoístas, porém você vai entendendo o lado da personagem, e perdoa seus momentos egoístas.

O livro é incrível por mostrar, sem medo, o quanto as crianças são cruéis e de que isso é algo que vem de dentro de casa. Isso é muito real, quando você é diferente na escola, tem que sofrer com o pré-conceito, e elas não tem medo de falar o que quer ou pensar no quanto isso pode magoar uma pessoa. Por essa abordagem, acredito que esse livro deveria ser leitura obrigatória nas escolas.

"Estraordinário não é apenas um livro triste, pelo contrário, tinha vários momentos engraçados e doces. Fora que você vai acompanhando o crescimento de August e sua libertação, até a maneira como ele narra vai mudando durante o livro.

Gostei demais do livro da R.J Palacio, acho que o título já é um adjetivo para a estória. Recomendo que todos leiam esse livro, e peguem a mensagem que ele passa e mude de verdade o seu modo de ver a vida. Leitura obrigatória.

Boa leitura!
Até o próximo  post!

24 novembro 2014

Resenha: Os Garotos Corvos

Finalmente consegui ler a o primeiro livro da nova série de Maggie Stiefvater, uma das minhas autoras preferidas. Porém esse livro foi meio que uma decepçãozinha.


Sinopse: "Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos,­ Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los — até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela.
Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.
Gansey tem tudo — dinheiro, boa aparência, amigos leais —, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.
Desde que se entende por gente, as médiuns da família dizem a Blue que, se ela beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Mas ela não acredita no amor, por isso nunca pensou que isso seria um problema. Agora, conforme sua vida se torna cada vez mais ligada ao estranho mundo dos garotos corvos, ela não tem mais tanta certeza."

"Garotos Corvos" é um livro de fantasia diferente, gostei da Maggie ter fugido dos temas clichês e totalmente inédito nesse estilo. Porém acho que por o tema ser muito novo ela teve que se aprofundar de mais nas explicações, então, o começo do livro foi muito arrastado. Para ser sincera a estória só me pegou lá na pra página 250, e mesmo assim eu não consegui entender muito bem a mitologia.

As personagens de Maggie sempre são demais, isso é um dos pontos que mais gosto na sua escrita, e nesse livro não é diferente, todos são bem complexo e acho que ainda teremos que ler muitos livros para entendê-los bem. Meu preferidos foram Blue e Gansey, adoro o jeito exótico dela e inteligência dele, os dois são tão opostos e combinam tanto, que é impossível não shippar.

Continuando a falar de Gansey e Blue, acho que o que mais me frustou nesse livro foi o fato de que sabemos que uma hora eles vão se apaixonar, porém nada acontece para levá-los até esse caminho. Vi muita gente comentando que gostou do livro, porque não tem muito romance, mas a verdade é que não tem romance nenhum, nem ao menos insinuação dele. E a Blue se envolvendo com Adam deixa tudo ainda mais confuso. Acho que faltou pelo menos um leve flerte ou tensão entre os dois.

Depois das 250 páginas chatinhas, o livro começa a ficar interessante, quando vários mistérios vão sendo revelados. Nesse momento a leitura flui e você devora as páginas restantes. E então chegamos a melhor parte o final, que final incrível. A autora fecha o livro com uma frase que atormenta o leitor até o próximo livro, que te instiga a querer continuar a série. Inclusive esse é um dos motivos que me fazem querer ler "O Ladrão de Sonhos", mesmo tendo achado esse um dos livros mais fracos da autora, eu preciso saber como aquilo tudo pode acontecer. Vamos ver se no segundo livro a estória dos Garotos Corvos me pega de vez.

Boa Leitura!
Até o próximo post!

22 novembro 2014

Eu não quero um Christian Grey

 Essa semana estava pensando em fazer um post sobre mulheres fortes, já que “A Esperança” vai estrear, mas acabei mudando de ideia quando estava lendo um livro ridículo, desses eróticos, e percebi o quanto o perfil de homem perfeito está deturpado.



Depois a febre de “Cinquenta Tons de Cinza”, o mercado literário foi bombardeado com personagens masculinos controladores. E desde aquela época ouvia mulheres suspirando e dizendo que Christian Grey era homem de verdade, teve até mulher separando do marido porque ele não queria imitar o livro de E.L James. Lembro que isso foi um dos motivos pra que eu quisesse ler o livro, descobrir quem era esse homem perfeito, mas imagine minha decepção quando me deparei com um homem como o Sr. Grey, que não era apenas louco pelo controle, mas machista, dominador, egoísta e muito surtado. Fiquei tentando entender o que tinha de bom em ficar com um homem que não se importa com suas idéias e decisões, apenas suas vontades são predominantes, que quer mandar na maneira de vestir, se comportar e até mesmo na depilação da mulher. Pois eu te respondo que eu não queria esse homem nem banhado a ouro. Digam o que quiser, mas eu não consegui enxergar esse príncipe encantado.


Passada a febre do livro de James, achei que fosse ser deixado de lado esse modelo de homem, porém surgirão 1 bilhão de estórias semelhantes e homens tão imbecis quanto Christian, ou até mesmo pior. E foi lendo outra dessas estórias que eu comprovei que as mulheres (apaixonadas por homens desse tipo) estão precisando de tratamento. Eu estava lendo “Obsessão” da Maya Banks, quando me deparei com Gabe Hamilton um completo FDP (desculpem a palavra, mas não encontrei adjetivo melhor). O cara conseguiu superar Christian Idiota Grey, porque esse pelo menos tinha seus momentos carinhosos com Ana, Gabe parece um foca estuprando um pingüim (desculpa a comparação, mas essa notícia está muito marcada na minha memória), ele trata Mia, seu par romântico, como um lixo, ou melhor, um buraco para enfiar o pênis. Arrasta a menina pelo braço, quando “faz amor” (isso é como a autora descreve) ele é violento e posso dizer que em algumas vezes ele chega a violar essa garota, parece um estuprador. E eu perdendo meu tempo lendo essa porcaria.


Sabe, que o personagem ser um babaca não é algo que me choca, na verdade o que me choca é como são retratadas as mulheres nesses livros. Porque elas são sempre pobres coitadas, com problemas com a auto-estima, inteligentes (não sei aonde), românticas e carentes, uma palavra: PAÇOCAS!!!!! Que se apaixonam por esses homens que a tratam como lixo, mas que compensam tudo isso as enchendo de presentes milionários. Lindo isso, só que não. Gente onde foi parar o feminismo, a luta por direitos iguais, a liberdade, o respeito?! Foi para o ralo?! Tudo por causa de homens idiotas, mas podres de ricos?! Não consigo entender, passamos de princesas da Disney que se casam em 1 dia, para mulheres frágeis que se anulam para homens dominadores?!


Pois eu digo que não quero esse tipo de homem, não quero ser apenas um brinquedo sexual, muito menos uma romântica tapada. Gosto de homens e personagens masculinos que respeitam e amam as mulheres. Sim, sou fã do Mr. Darcy e não é só porque ele vive em um século diferente que seu comportamento é ultrapassado, pelo contrário, acho que em alguns momentos ele se mostra muito mais moderno que muito homem do século XXI. E outra, não acho que “Cinquenta Tons de Cinza” é a libertação sexual das mulheres, pra mim isso é na verdade a opressão feminina, um retrocesso. Claro que a mulher tem direito de transar com quem quiser e como quiser, e não ser chamada de puta ou piranha por isso, e se ela quiser casar e ter filhos, sonhando com o final feliz, por que não?! Sou a favor da liberdade de escolha e direitos iguais, não sou uma feminazi.


Quer ler livros eróticos, ótimo, mas pelo menos gostem daqueles em  que as mulheres não são apenas uma boneca inflável. Gatas, vocês são mais do que brinquedos sexuais e não precisam de homens imbecis iguais a esses personagens de livros.


Até o próximo post!

17 novembro 2014

Resenha: A Lista Negra

Finalmente consegui ler o tão comentado "A Lista Negra", preciso confessar que só quis lê-lo após ver as resenhas de Pâm do "Garota It" e da Vanessa Chanice do "Central da Leitura", e peguei o livro para ler com as expectativas elevadíssimas e acho que isso foi um problema.


Sinopse: "E se você desejasse a morte de uma pessoa e isso acontecesse? E se o assassino fosse alguém que você ama? O namorado de Valerie Leftman, Nick Levil, abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola em que estudavam. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma colega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista com o nome dos estudantes que praticavam bullying contra os dois. A lista que ele usou para escolher seus alvos. Agora, ainda se recuperando do ferimento e do trauma, Val é forçada a enfrentar uma dura realidade ao voltar para a escola para terminar o Ensino Médio. Assombrada pela lembrança do namorado, que ainda ama, passando por problemas de relacionamento com a família, com os ex-amigos e a garota a quem salvou, Val deve enfrentar seus fantasmas e encontrar seu papel nessa história em que todos são, ao mesmo tempo, responsáveis e vítimas."

Então, preciso dizer que em várias partes do  livro me emocionei, gostei relativamente da escrita da autora e dos rumos que a estória tomou, porém acho que Jennifer Brown tinha uma temática e uma ótima estória mais acho que ela errou na hora de pesar a mão, principalmente nos momentos das cenas de bulling, tirando dois momentos específicos, não vi nada tão forte que levasse o Nick a fazer o que fez. Entendo que ele tinha problemas psicológicos, mas cadê o estopim do seu surto?! Faltou isso, porque quem sofre bulling sabe que ser chamado de algum apelido, não é nada, tem coisas muito mais cruéis que precisavam estar nesse livro, com mais frequência.

Tirando essa parte da "falta" de bulling, gostei de tudo mais, a maneira como a autora mostra realmente como é sobreviver depois do caos. Tinha momentos que eu sofria pela Valerie e não conseguia acreditar como pais podem fazer aquilo com a filha. Acho que pra mim isso foi muito mais chocante do que o ataque de Nick. Porque enquanto a mãe e o pai não acreditavam nela, pessoas de fora, que foram atacadas resolveram lhe dar uma segunda chance.

Se Jennifer Brown errou a mão em algumas descrições, em outras como as mortes e o reencontro de Valerie com as vítimas ela foi cruel, lembro de em diversos momentos tentar segurar a emoção e as lágrimas, e falhar miseravelmente. Fiquei com meu coração apertado e me abalei profundamente com a estória

Gostei do fato da Jennifer não fazer com que Valerie odiasse Nick, a maneira como a garota ainda se lembra dos momentos doces do namorado e ao mesmo tempo não consegue entender como ele pode fazer tudo aquilo. Pelos olhos da Valerie eu consegui gostar do Nick, porque quando vemos pela TV jovens que fazem o mesmo, pensamos que são apenas loucos e sádicos, mas vai além disso, muito além.

Gostei muito como a Valerie vai juntando seus cacos e tentando ter uma nova vida, senti falta apenas de um aprofundamento com a relação dela com a arte e a professora de arte. Mas gostei de como a autora levou a personagem para um final totalmente fora do padrão.

"A Lista Negra" é um livro incrível, mesmo não tendo atendido todas as minhas elevadíssimas expectativas, ele conseguiu me emocionar e sendo uma pessoa que já foi atormentada pelos colegas de escola apenas por ser diferente, preciso dizer que acho que esse livro deveria ser recomendado nas salas de aula, para quem sabe os nossos pequenos ditadores entendam de uma vez por todas que piadinhas e  implicâncias podem afetar mais dos que eles imaginam.


Boa Leitura!
Até o próximo post!

10 novembro 2014

Resenha: As Peças Infernais - Princesa Mecânica

Eu nunca consegui ser apaixonada pela série "Os Instrumentos Mortais", da Cassandra Clare, não sei porque isso acontecia. Porém eu nunca desisti dos livros e uma vez que não me apegava a TMI resolvi dar uma chance a "As Peças Infernais", para tentar descobri o motivo da comoção que a autora causa. E não podia ter tido uma decisão melhor, porque eu me encantei pelo mundo dos caçadores de sombra.


Sinopse:"O mistério sobre Tessa Gray e o Magistrado continua. Mas enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, a moça se envolve cada vez mais num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para ela, seu noivo, seu verdadeiro amor e os habitantes do Submundo."

Eu não sei se conseguirei escrever nessa resenha a enxurrada de emoções que "Princesa Mecânica" causou em mim, na verdade isso é algo que ocorre com frequência, quando gosto muito de um livro não consigo descrever o quão incrível ele é, mas vou tentar. 

A escrita da Cassandra Clare encontrou a perfeição, ela conseguiu criar uma estória interessante e instigante, e a maneira como ela escreveu foi mágico. Gosto de livros que mexem com meu físico e com o psicológico, e o terceiro livro da trilogia fez tudo isso. Em algumas cenas fiquei com as pernas bambas e o coração acelerado, com a intensidade com que foram narradas. Preciso ressaltar que Cassie escreve cenas de amor como ninguém.

Falando em amor, o triângulo Jem, Tessa e Will, foi o melhor de todos. O amor que havia ali entre eles era tão grande, que era difícil de decidir para quem torcer. Eu optei torcer pelos dois, porque Jem e Will tem qualidades que se completam e  é impossível escolher qual deles merece a Tessa. E Tessa mesmo vivendo em dúvida, em momento algum se torna uma criaturinha insuportável, pelo contrário, ela é muito nobre em suas atitudes com os dois garotos.

O livro é incrível e merecia um vilão melhor, porque aquele magistrado é um péssimo vilão, a estória dela não me convenceu, suas ações não me convenceram e nem o seu fim me convenceu. Se bem que preciso dizer, que finalização de vilão não é muito a praia da Cassandra, sei lá, tenho a impressão que ela procrastina o fim do malvado e no momento final tudo é muito rápido. Então por achar o quesito vilania bem fraquinho, é que o livro não irá ganhar mais estrelinhas.

As outras personagens da trilogia, que são antepassados das de "Os Instrumentos Mortais", também estão ótimas. É incrível ver que a estória se repete algumas vezes, que algumas características são uma questão de sangue. E a amizade também é uma questão de sangue, porque descobrimos que Jace e a família Lightwood dividem uma pequena parcela de sangue.

Quando o fim do livro foi se aproximando, e mesmo já havendo um final feliz ele não tenha acabado, você começa a viver em sofrimento, achando que tudo vai acabar mal, porém temos mais um final feliz e assim Cassandra Clare consegue criar a melhor solução para resolver um triângulo amoroso, apenas uma palavra GENIAL. Super indico a leitura de "As Peças Infernais", uma das melhores séries de YA sobrenatural que eu já li.

03 novembro 2014

Resenha: Fazendo Meu Filme 4 - Fani em Busca do Final Feliz

Terminei de ler a série Fazendo Meu Filme da Paula Pimenta, minha conterrânea, e posso dizer que o último livro foi tão bom quanto os outros três.


Sinopse: “O destino pode ser cruel, como sua cartomante disse. O amanhã pode não existir, como escrevem os poetas. O mundo pode até acabar, como os cientistas preveem. Mas nada vai ter força para apagar o meu sentimento. Você pode ir para longe, se esconder, sumir. Mas eu vou continuar te amando. Para sempre.” Depois de uma ríspida separação, Fani e Leo agora têm que seguir caminhos diferentes. Porém, as juras de amor feitas no passado deixaram marcas profundas em seus corações, e, mesmo anos depois, eles ainda sentem as consequências daquele trágico dia. Será preciso mais um encontro, para que eles possam finalmente entender o que houve e libertar um ao outro? Ou será que isso devastaria ainda mais o seu destino? Acompanhe os apaixonantes personagens de Fazendo meu filme no livro final da série best-seller que conquistou milhares de leitores e leitoras em todo o Brasil. Não perca o desfecho dessa emocionante história de amor e prepare-se para torcer muito pela nossa querida Fani, nas cenas finais da sua busca pelo merecido final feliz."

Nas outras resenhas que fiz sobre FMF sempre elogiei a maneira como a Paula retratou a adolescência, muito real os medos e sentimentos dessa fase. Em "Fani em busca do final feliz", ela sai um pouco do mundo adolescente e começa a mostrar os jovens adultos. Gostei muito, mas achei que foi muito romance e pouco problemas dessa fase. Porém acho que foi um bom livro, porque foi um chick-lit adorável, digno dos filmes de amorzinho da Fani.

Nessa nova parte da estória de Fani e Léo temos os fatos contados pelos dois lados, é muito bom poder ouvir e saber o que o Léo pensa. Além dessa dupla narração, nós agora temos personagens mais maduros, sem perderem sua essência, a Fani continua dramática e o Léo romântico, mas os dois agora estão mais maduros e vemos os reflexos das decisões que eles tomaram no último livro, influenciou a vida deles para sempre. 

Gostei dos acontecimentos na vida de todas as personagens. E divertir com todas as confusões que aconteceram no livro. A Paula Pimenta é a típica escritora que coloca 1 bilhão de obstáculos em suas estória, enquanto o leitor se descabela achando que tudo vai dar errado. Eu acho que algumas coisas era bem previsíveis, mas não foi ruim.

Me despedi de Leó e Fani com uma dorzinha no coração. "Fazendo Meu Filme" é daquelas séries que te envolvem e que te fazer ser amigo das personagens, foi como se eu fizesse parte da vida de todos eles, e quando chegou o momento de dizer adeus, foi muito cruel. Gostei demais dos livros e recomendo a leitura, posso dizer que os quatro livros foram dignos de cinco estrelinhas.

Boa Leitura!
Até o próximo post!
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