30 março 2016

Playlist de Março

Hoje é o último dia de março e para fechar com chave de ouro temos a playlist do mês. Esse mês eu redescobri bandas que há tempos não escutava e  descobri novos cantores. Posso dizer que foi um dos meses, de 2016, em que eu mais me deliciei com as músicas, escutei a playlist por diversas vezes e algumas músicas repetidas vezes.


No começo do mês eu assisti ao filme "Mesmo se nada der certo", com a Keira Nightley, Mark Ruffalo e Adam Levine (muito amor por esse elenco), que vai contar a história de um fracassado produtor musical e uma compositora com coração partido, que um dia se esbarram em Nova York e começam a criar um projeto musical de rua. O filme é repleto de músicas lindas, a minha preferida e "Lost Stars", interpretada pelo Adam Levine, que eu fiquei cantarolando o dia inteiro. Depois dessa música, me arrependi de não ter ido ao show do Maroon 5.

Adam Levine - Lost Stars

Durante toda minha adolescência fui fã de músicas melancólicas, passava horas escutando músicas tristes e pensando na minha vida (fui quase emo). Uma das bandas que mais escutava na época era Luxúria, que eu nem sei se existe mais, mas que do nada voltei a escutar. Em março ouvi várias vezes "Lama", que tem uma letra tão linda e que me deixa emocionada.

Luxúria - Lama

Ainda nessa vibe de recordar, voltei a escutar R&B dos anos 90, principalmente TLC. Eu era muit novinha quando o girl group, mas descobri elas na adolescência enquanto assistia Video Clash, na MTV. Me vicie em "No Scrubs", que é de 1999, mas é incrível. Sério, é impossível escutar uma vez e não canta o refrão  "No, I don't want no scrub / A scrub is a guy that can't get no love from me/ Hanging out the passenger side / Of his best friend's ride/ Trying to holla at me"

TLC - No Scrubs

Como disse, esse mês voltei a escutar algumas bandas, entre elas o Bastille, que é uma das bandas que eu mais gosto. Por incrível que pareça encontrei o mashup deles de "No Scrubs", do TLC, com "Angels" do The XX. Que música, que voz, parece que a letra nem é a mesma das meninas do TLC, sou apaixonada pela voz do Dan.

Bastille - No Angels

Nesse último mês descobri o Tom Odell, que faz música que é bem meu estilo, me encantei a primeira escutada e não me cansei de ouvir 'Another Love" até hoje. Sério, estou apaixonada por esse homem, que voz maravilhosa.

Tom Odell - Another Love

Por último descambei total e me joguei em "Toda Sua", mais um sucesso da diva Séketh Bárbara. Dessa vez ela fez uma versão de "Cool of the Summer".

Séketh Bárbara - Toda Sua





Até o próximo post!

28 março 2016

Resenha: Serial Killers - Anatomia do Mal

Sempre tive um fascínio pelos Serial Killers, adoro ler matérias sobre eles e perfis na internet, por isso sempre namorei o livro do Harold Schechter, publicado pela Dark Side, que sempre produz livro incríveis. E quando a submarino colocou o livro em promoção, não pensei duas vezes e adquiri o meu.


Sinopse: "Entre na mente dos psicopatas. O dossiê definitivo sobre assassinos em série. O que faz gente aparentemente normal começar a matar e não parar mais? O que move – e o que pode deter – assassinos em série como Ed Gein, o psicopata americano que inspirou os mais célebres maníacos do cinema, como Norman Bates (Psicose, de Alfred Hitchcok), Leatherface (O Massacre da Serra Elétrica, de Tobe Hooper) e Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Como explicar a compulsão por matar e o prazer de causar dor, sem qualquer arrependimento? De onde vem tanta fúria?

As respostas estão no novo lançamento da editora DarkSide Books: Serial Killers – Anatomia do Mal, dossiê definitivo sobre o universo sombrio dos psicopatas mais perversos da história. Escrito por Harold Schechter – que pesquisa o tema há mais de três décadas e já publicou, inclusive, a biografia de Ed Gein, Deviant (1998) -, o livro é referência fundamental a todos os que se interessam pelo universo da investigação e da criminologia.

Pontuado por curiosidades macabras, dados científicos e fatos pouco conhecidos sobre a trajetória dos principais criminosos em série dos Estados Unidos, Serial Killer, Anatomia do Mal abrange desde a criação do termo serial killer no início do século 20 até o fascínio exercido por matadores seriais na cultura pop (cinema, música, literatura)."

A sinopse de "Serial Killer - Anatomia do Mal" já diz bem do que se trata, um dossiê dos assassinos em série. O livro cumpre bem esse papel, o autor dá diversas informações sobre os psicopatas que assassinaram diversas vítimas pelo mundo. Ele começa explicando o que é um serial killer, depois vai mostrando como o termo surgiu, depois cataloga os indivíduos da espécie, que são divididos por subtemas, o autor ainda explica o por que, os métodos e os registros da cultura Pop.

O livro tem uma linguagem simples e é de fácil leitura, porém em alguns momentos é indigesto e pesado, diversas vezes tive de parar a leitura para tentar absorver toda informação. Além de ser bem intenso o livro às vezes se torna bem repetitivo, acho que o autor queria reforçar a informação, mas achei forçado o textinho ser sempre o mesmo sobre determinado fato.

Para os fãs da temática é um livro obrigatório, que em alguns momentos vai conter informações que quem conhece alguns serial killers já leu, ouviu ou assistiu por aí. Vai mexer com a sua cabeça te levando a ter pesadelos ou simplesmente ficar sismado com seu vizinho ou colega de trabalho. Afinal, todas as histórias narradas aconteceram no mundo real, não apenas nas páginas dos livros ou nas telas do cinema.

Gostei muito do trabalho da Dark Side, o livro é digno de colecionador e já me fez querer ter  outros volumes sobre o tema ou até mesmo outros livros da editora. 

Até o próximo post!

21 março 2016

Resenha: A Sereia

Quando eu era criança a minha princesa favorita da Disney era a Ariel, 90% das minhas brincadeiras eram baseadas em fingir que era uma sereia. Mas essa fascinação pela lenda dos mares foi passageira e quando cresci essa estória já não me encantava, pelo contrário, passei a achar muito idiota uma garota abandonar tudo por causa de um amor. E isso deveria ser um sinal de que eu não iria gostar de "A Sereia", da Kiera Cass, mesma autora da série "A Seleção".


Resenha: "Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração."

"A Sereia" foi o primeiro livro que a Kiera Cass escreveu e isso é visível, o livro tem uma série de problemas, que não vemos por exemplo em sua série "A Seleção". A estória é rasa e faltou construção de mitologia, tudo se passa de maneira corrida e magicamente todos os problemas são resolvidos. As personagens são simplória, sem muitas camadas e pouco reais.

Não tenho muito o que dizer desse livro com uma capa tão bela e uma premissa tão interessante, porque mesmo não sendo mais a garotinha que queria ter uma cauda e uma voz hipnotizante, eu consegui ver o quanto um livro sobre uma garota salva pela  Água e que tem a missão de levar vidas para a mesma é uma estória interessante. Mas Kiera Cass não explicou o porque de tudo aquilo, simplesmente jogou toda a magia de qualquer jeito, sem arremates e sem esmero.

Além de uma falta de cuidado com a mitologia a autora foi descuida com suas personagens, nenhuma foi bem construída e todas vivem sem um propósito (apenas uma das sereias tem um estória de vida interessante), para mim todas eram apenas carentes e imaturas. Mas as duas piores são o casal principal Kahlen e Akinli são chatos, com seu amor impossível, que surge do nada após uma única noite, não me fez sentir a mínima empatia pelos dois.

Com um casal tão ruim a estória de amor só podia ser muito ruim. Os dois preferem morrer a viver um sem um outro e querem dedicar inteiramente um ao outro. Sério, em tempos em que as mulheres pregam a liberdade e independência a menina diz que quer viver pelo cara?! Errou rude Kiera. 

Mais um livrinho besta que vai fazer várias adolescentes suspirarem e desejarem o amor a primeira vista. Nem percam seu tempo lendo ou comprando.

Até o próximo post!

20 março 2016

TAG: 10 Perguntas Literárias

Recentemente fui indicada pela Laís, do blog  Meus Dez Por Cento, para responder a TAG 10 Perguntas Literárias, que consiste em 10 perguntinhas sobre literatura. Algumas respostas já são velhas conhecidas aqui do blog.




1 – QUAL A CAPA MAIS BONITA DA SUA ESTANTE?
As capas mais bonitas da minha estante são dos livros da Cassadra Clare, principalmente quando tem aquele brilho holográfico. Mas a mais bonita, com certeza, é a de "Princesa Mecânica".


2 – SE PUDESSE TRAZER UM PERSONAGEM A REALIDADE, QUAL SERIA?
Augustus Waters, de "A Culpa é das Estrelas"por motivos que tenho certeza de que seríamos grandes amigos, afinal, ele gosta de "V de Vingança".

3 – SE PUDESSE ENTREVISTAR UM AUTOR (A), QUAL SERIA?
John Green, porque eu queria muito saber como ele consegue escrever coisas tão incríveis.


4 – UM LIVRO QUE NÃO LERÁS DE NOVO? POR QUÊ?

"Fallen", por motivos de não devia ter lido nem da primeira vez.


5 – UMA HISTÓRIA CONFUSA?
Achei essa a pergunta mais difícil, fiquei tentando lembrar de alguma estória que eu acho confusa, mas não consegui me lembrar. Mas acho que um livro que te deixa um pouco confuso enquanto o enredo não se desenrola é "Inferno" do Dan Brown.


6 – UM CASAL?
Elizabeth Bennet e Mr. Darcy. Sempre vou ser encantada pela estória de amor dos dois.


7 – DOIS VILÕES (PODE SER TANTO DOIS VILÕES QUE GOSTE, COMO DOIS VILÕES QUE NÃO GOSTE).
Sou uma pessoa muito apaixonada por vilões, geralmente gosto muito deles. É difícil escolher apenas dois, mas meus dois preferidos seriam Voldemort, de Harry Potter, que tem uma estória de vida muito incrível, e Warner, de "Estilhaça-me", que é meu vilão redimido que conquistou o que tanto queria.


8 – UM PERSONAGEM QUE MATARIAS (OU TIRAVAS DO LIVRO).

Kelsey Hayes, de "A Maldição do Tigre", Ren e Kishan mereciam uma mulher melhor ao lado deles.

9 – SE PUDESSE VIVER NUM LIVRO, QUAL SERIA?
Harry Potter, porque desde antes de conhecer o universo criado por J.K Rownling, eu já queria viver em um mundo de magia.

10 – QUAL O TEU MAIOR LIVRO E O MENOR? (EM TERMOS DE PÁGINAS)
O maior livro da minha estante é "As Crônicas de Gelo e Fogo - A Fúria dos Reis" do Gergie R. R. Martin, e o menor é “Os Contos de Beedle, o Bardo”.


Espero que gostem da TAG e todos estão convidados a responder.










Até o próximo post!

14 março 2016

Resenha: Laranja Mecânica

Alguns anos atrás eu decidi fazer uma maratona de filmes clássicos famosos e nessa maratona eu acabei assistindo "Laranja Mecânica", do Stanley Kubrick, e adorei o filme, as personagens e a trilha sonora do filme. Na época em que vi o filme não sabia que a estória de Alex era na verdade um livro, mas quando descobri já coloquei ele na minha lista. Vários anos depois eu consegui por as mãos na minha edição do livro de Anthony Burgess e a leitura foi tão incrível quanto a assistir o filme do Kubrick.


Sinopse: "Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo."

O livro é narrado todo em primeira pessoa e tem como narrador o Alex, um rapaz  de 15 anos que vive em uma sociedade distópica em que os jovens gostam de tomar leite com algo a mais e sair pelas ruas praticando ultraviolência. A estória é dividida em três partes, na primeira temos a introdução ao mundo criado por Burgess, somos apresentados ao nadsat, uma linguagem dos jovens daquela sociedade (que pode ser o grande vilão de toda leitura já que é permeado de palavras inventadas, que podem ter mais de um significado) e aos atos praticados pela gangue ao que Alex pertence. Na segunda parte temos um Alex capturado pela polícia e passando por um tratamento de choque para curar suas tendências violentas, nada mais do que uma lavagem cerebral. E na terceira parte temos um Alex curado que tem de voltar a sociedade em que vivia, mas que vai provar um pouco do próprio veneno.

O livro é curto e flui muito bem, claro, que a linguagem nadsat (como já disse), torna a leitura mais demorada, mas depois que você pega o ritmo a leitura passa rapidamente. Acredito que o fato de Alex, mesmo sendo um marginal, ser muito carismático faz com que a leitura fique mais prazerosa. "Laranja Mecânica" é permeado de cenas fortes, o autor nos brinda com descrições de estupros e espancamentos, não é uma distopia leve, pelo contrário é um livro denso.

Gosto do Alex desde quando assisti ao filmes e mesmo ele tendo um comportamento asqueroso, eu me envolvi muito com a personagem e em alguns momentos cheguei a sentir pena dele, principalmente, depois que ele passa pelo Método Ludovico e é jogado nas ruas, sem ter chance de se defender;.

O filme é basicamente a estória do livro, a adaptação é impecável, mas o último capítulo, que na versão norte americana não consta, também não está na adaptação para o cinema. Eu gosto muito da cena final do filme, mas achei interessante o desfecho do livro.

"Laranja Mecânica" é uma distopia que critica a violência, mas mostra que isso é um problema que vem do próprio governo que quando resolve tomar uma atitude age de maneira violenta tal qual o dos jovens druguis. Leitura obrigatória para quem gosta de distopias, afinal, esse gênero não surgiu apenas com  Jogos Vorazes.



Até o próximo post!

08 março 2016

TOP 5: Autoras Preferidas

Segundo dia da semana Mulheres aqui no blog, hoje é o Dia Internacional da Mulher e para comemorar eu resolvi fazer um TOP 5 das minhas autoras preferidas.

5) Cassandra Clare
 
Nunca pensei que um dia ia dizer que Cassandra Clare era uma das minha autoras, mas ela foi me ganhando com suas descrições, suas personagens em camadas e quando eu percebi já era fã dos caçadores de sombra. 
Cassandra Clare tem 18 livros publicados, seu maior sucesso é a série "Os Instrumentos Mortais", onde ela iniciou suas publicações sobre o universo dos caçadores de sombras, no qual ela escreveu mais outras duas séries, a trilogia "As Peças Infernais" e a mais recente "Artifícios das Trevas". Os livros dela já foram adaptados para o cinema e agora para uma série de TV. 

4) Maggie Stiefvater
Maggie Stiefvater é uma das minhas escritoras preferidas por escrever de maneira deliciosa romances sobrenaturais. Ela cria novas mitologias como cavalos selvagens do mar e ladrões de sonhos, mas consegue criar personagens que tem ações cotidianas em meio a toda magia e suas personagens às vezes com jeitos particulares e ao mesmo tempo adoráveis.

A autora tem mais de 10  livros publicados e duas séries muito famosas, "Lobos de Mercy Falls" e "Garotos Corvos".

3) Colleen Hoover
Colleen Hoover me conquistou desde o seu primeiro livro e até hoje não me decepcionou nenhuma única vez. A autora escreve romances que sempre trazem algum tema importante a ser discutido, como abuso sexual, morte, amadurecimento e responsabilidade. Ela também escreve sobre o cotidiano e me conquistou por ter personagens que fogem dos esteriótipos.

Colleen já publicou 15 livros e já anunciou um novo livro, ela não para e sempre temos um lançamento de livro dela.

2) Jane Austen
Jane Austen é uma das únicas autoras clássicas que eu gosto, por criar sempre mocinhas que fogem dos padrões impostos pela sociedade do século XVIII. Além de escrever romances incríveis ela ainda tem uma história de vida maravilhosa.

Jane tem 5 romances completos publicados: Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito, Mansfield Park, Emma e  Persuasão. Seus livros já foram adaptados para o cinema e para TV.

1) J. K Rowling 
J.K Rowling não é apenas minha autora preferida por ter escrito Harry Potter, não ela é minha autora preferida por ter superado todos os problemas que a vida lhe impôs e ter insistido em publicar seu livro até se tornar a escritora famosa que é hoje. Ela é minha queridinha por ter uma escrita envolvente, que sempre tem estórias bem amarradas e por conseguir escrever sobre o que quiser.

A autora de Harry Potter, já escreveu literatura adulta com "Morte Súbita", romances policias sob o pseudônimo de Robert Gailbrait e a série sobre o buxo que sobreviveu, que arrasta uma legião de fãs.

Essas são minhas autoras preferidas, espero que gostem dessa listinha. Amanhã tem mais um post sobre mulheres aqui no blog.

Até o próximo post!

07 março 2016

Resenha: Sejamos Todos Feministas

Durante toda essa semana o blog terá posts sobre as mulheres, uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Para iniciar essa maratona a resenha de segunda é do "livro" "Sejamos Todos Feministas "da Chimamanda Ngozi Adichie, que é um resumo do discurso dela durante uma palestra que ela deu para o TED.


Sinopse: "O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo."A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente."Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: Você apoia o terrorismo!. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são anti-africanas, que odeiam homens e maquiagem começou a se intitular uma feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens.Neste ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé."

O livro de Chimamanda é bem curto  e em apenas 10 minutos você consegue ler ele inteiro, além da quantidade de páginas a escrita da autora também faz com que a leitura seja rápida e fluida. Mesmo sendo um livro fácil de ler, "Sejamos Todos Feministas" não é um raso e nem se trata de um assunto banal, como o título já diz o tema abordado é o Feminismo. Mas diferente do que se espera o livro é uma introdução ao movimento não só as mulheres, mas todo mundo, afinal sejamos TODOS feministas.

A autora começa contando sobre o seu primeiro contato com o termo feminista e o quanto isso foi posto a ela de forma negativa e que ela tentava fugir desse esterótipo, por acreditar que a feminista era infeliz, não gostava de africanos e detestava os homens, erros que comumente ouvimos por aí. Durante seu discurso ela vai dando argumentos para provar que isso não existe e que o feminismo é apenas a busca por direitos sociais e políticos iguais.

Adichi dá exemplos de situações que ela passou, sendo mulher e nigeriana, em que a presença dela não denota pontos apenas pelo fato de ser mulher. Ou que ninguém lhe desse valor por ser feminina ou por não se comportar com os padrões da sociedade machista.

O livro é incrível e é uma ótima introdução para quem ainda não sabe o que significa ser feminista e que você não precisa ser uma mulher para defender as ideias do movimento. Leitura mais que obrigatória.

Até o próximo post!

06 março 2016

TAG: Opiniões Impopulares

Coloquei no youtube mais um vídeo, dessa vez respondi a TAG Opiniões Impopulares, que fala sobre a nossas opiniões contrárias ao gosto da maioria. Desde que vi essa TAG fiquei louca para responder, então vi a chance de movimentar o canal.



1) Uma sério popular que você que você não gostou.
2) Uma série que , aparentemente, ninguém gosta, mas você ama
3) Um triângulo amoroso em que a personagem principal terminou com a pessoa que você não gostava ou um casal famoso que você não gosta.
4) Um gênero literário famoso que você quase nunca lê.
5) Um personagem popular que você não consegue gostar.
6) Um autor popular que você já não aguenta mais.
7) Um clichê popular que você não aguenta mais.
8) Uma série popular que você não tem vontade de ler.
9) Algum filme/série de TV que você acha melhor que o livro.

Até próximo post!

02 março 2016

Playlist de Fevereiro

Fevereiro acabou na segunda e o segundo mês do ano teve uma trilha sonora recheada de músicas deliciosas. Afinal, Beyoncé resolveu dar as caras e tivemos duas músicas da Diva a primeira do Coldplay com a sua participação "Hymm For The Weekend", que é maravilhosa com toda sua melodia e letra apaixonada.Depois a Mr Carter lanço o primeiro single dela depois de 7/11, "Formation" é uma música de emponderamento dos negros e é daquelas que não sai da cabeça.

Coldplay - Hymm For The Weekend feat Beyoncé

Beyoncé - Formation

Depois da música viciante da Queen B com o Coldplay, voltei a escutar muito "God Put A Smile Upon Your Face", que é uma das minhas músicas preferidas da banda (juntinho com Clocks).

Coldplay - God Put A Smile Upon Your Face

Depois entrei em uma fase de escutar "Shoop" do Salt 'n Peppa, depois que fui assistir Deadpool e me viciei na trilha.

Salt 'n Peppa - Shoop

Depois do nada fiquei cantarolando "Waiting for Love" do Avcii e  descobri que gosto muito da letra e da batida dessa música.
Avicii - Waiting For Love

Por último, além de Beyoncé ter retornado aos trabalhos, Rihanna também voltou de suas férias eternas e lançou seu CD novo. Já estou viciada em "Work" e não me canso de ouvir.

Rihanna - Work feat. Drake

Essa foi a minúscula, mas incrível playlist de fevereiro.

Até o próximo post!
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