16 maio 2016

Resenha:Os Artifícios das Trevas - A Dama da Meia-Noite

Já fazem dois anos desde que eu li o último livro da série Instrumentos Mortais e nele nós conhecemos a família Blackthorne e Emma Castairs, e já naquela época disse que a estória deles seria incrível e eu não me enganei.


Sinopse: "Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira."
Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?"

"Dama da Meia-Noite" vai se passar 5 anos depois de o final da série Instrumentos Mortais, Julian Blackthorne e Emma Castairs já não tem mais 12 anos e são parabatais agora. A estória do livro vai girar em torno de uma série de assassinatos muito parecidos com o dos pais da Emma e do amor proibido entre os parabatais.


Como todo livro que a Cassandra Clare escreve a leitura é fluída e envolvente, com personagens com características marcantes, uma estória cheia de reviravoltas e momentos que mexem com o leitor.Para um primeiro livro de uma trilogia, "Dama da Meia-Noite" já começa cheio de ação e não é nada arrastado, claro que o fato de já conhecermos o universo dos caçadores de sombra ajuda. O livro é enorme, tem quase 500 e tantas páginas, mas é cheio de reviravoltas, por isso você termina super rápido e quer mais.

As personagens da Cassandra sempre são minhas queridinhas, gosto do fato que mesmo sendo muito jovens eles tem comportamentos maduros e não ficam com aquele mimimi. Adoro o fato das personagens serem bem intensas, daquelas que te deixam sem ar. Fiquei muito apaixonada por Julian, Emma e Mark (esse eu já apaixonei em Cidade do Fogo Celestial). Com personagens incríveis sempre temos uma relação bonita, daquelas que causam reação física em quem lê, e nesse livro as amizades, o amor entre irmãos e amor carnal são muito lindos.

Gostei de tudo no livro, claro, que senti a estória do vilão um pouco morna, mas o epílogo esquentou de vez e já estou aciosa pela continuação, que não faço a mínima ideia quando sai, mas espero que seja rápido, porque terminei "Dama da Meia-Noite" com saudades do universo dos caçadores de sombra e quase reli as duas outras séries, Instrumentos Mortais e Peças Infernais.

Cassandra Clare demorou a conquistar meu coração, mas me ganhou de vez e ouso dizer que ela é a rainha da fantasia atual (mesmo amando J.K). Daqueles livros obrigatórios para quem é fã de fantasia.

Até o próximo post!

09 maio 2016

Resenha: O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

Estou cansada de ser enganada pela fama de algum livro ou por uma capa e sinopse. Mais uma vez este ano me deparei com um livro que eu acreditava que ia ser fantástico, mas faltou capricho, o da vez foi "O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares".


Sinopse: "Milhões de cópias vendidas em todo o mundo! Traduzido para mais de 40 idiomas! Eleito uma das 100 obras mais importantes da literatura jovem de todos os tempos Tudo está à espera para ser descoberto em "O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares", um romance que tenta misturar ficção e fotografia. A história começa com uma tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo - por mais impossível que possa parecer - ainda podem estar vivas. “Mesmo sem as fotos, esta seria uma história emocionante, mas as imagens dão um irresistível toque de mistério. A narração em primeira pessoa é autêntica, engraçada e comovente. Estou ansioso para o próximo volume da série!” RICK RIORDAN, autor da série Percy Jackson e Os Olimpianos. “Um romance tenso, comovente e maravilhosamente estranho. As fotos e o texto funcionam brilhantemente juntos para criar uma história inesquecível.” JOHN GREEN, autor de A culpa é das estrelas. “Vocês têm certeza de que não fui eu quem escreveu esse livro? Parece algo que eu teria feito...” TIM BURTON"

Quando o "O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares" começou a fazer sucesso eu não dei muita bola, mas depois que fiquei sabendo que iria ganhar uma adaptação cinematográfica do Tim Burton eu soube que precisava ler esse livro. Mas quando comecei a ler a estória não conseguia me pegar e eu achei as 100 primeira páginas muito arrastadas. Claro que entendo que livro de fantasia tendem a serem mais lentos no começo, mas esse começo foi longo demais.

O começo lento só não me fez desistir da leitura porque o autor escreve bem, ele tem uma imaginação incrível e um escrita fácil e leve. Claro, que as fotos utilizadas como elementos da estória ajudou na criação de todo universo e na facilidade em se imaginar tudo aquilo que ele contava. Gostei muito do tema, de as estórias do avô serem verdades e crianças com peculiaridades viverem em um local mágico.

Como disse a escrita do Rason Riggs é muito boa e ele soube criar bem seus personagens, gostei muito de Emma, que é uma adolescente, mas ao mesmo tempo uma senhora, você consegue enxergar essa dualidade em todas as crianças do orfanato. Jacob é o típico personagem de livros de fantasia, ele procura seu lugar, mas não encontra porque é especial.

O livro depois de seu começo arrastado não é ruim, pelo contrário, quando a ação começa ele fica bem interessantes, devorei as páginas finais. Porém acho que ele tem alguns problemas que problemas e algumas pontas soltas, que podem ser resolvidos nos próximos livros da série. Eu particularmente, não sei se vou continuar a ler, porque a estória não me pegou, mas acredito que o público juvenil que gosta de fantasia vai adorar.

Até o próximo post!

08 maio 2016

5 Coisas para Jon Snow fazer depois da morte

Hoje é dia de Game of Thrones  e no capítulo da semana passada nós vimos que Jon Snow voltou do mundo dos mortos, mas a pergunta que não quer calar é o que o bastardo de Ned Stark vai fazer depois de ter sido esfaqueados pelos seus colegas da Patrulha da Noite. Eu como fã assumida do nosso personagem que nada sabe, tenho 5 coisas para que ele faça depois de sua morte.


5) Matar amotinados da Patrulha da Noite



Jon foi assassinados por amotinados da Patrulha da Noite, que não aceitaram a ideia do Lorde Comandante de buscar os Selvagens e levá-los para dentro da Muralha. Agora que Jon voltou dos mortos ele precisa dar um jeito de mostrar que ninguém pode passar por cima de suas ordens e tentar tomar seu lugar. Pra mim ele tem que matar todos os que armaram a emboscada que o matou, inclusive o Olly, que está merecendo morrer desde que matou a Ygritte.

4) Abandonar a Patrulha da Noite



Depois de dar o merecido castigo aos traidores da Patrulha, Jon precisa abandonar seus antigos irmãos. Depois que morreu ele já não tem mais nenhum vínculo com os corvos e pode finalmente (transar) seguir com sua vida longe da Muralha e se preocupar com algo maior.

3) Formar um exército de Selvagens



Depois de abandonar a Patrulha da Noite Jon Snow precisa se juntar aos Selvagens, que mostraram que são gratos ao que o lorde comandante fez por eles, e se unirem a bastardo para poderem enfrentar dois inimigos, Ramsey Bolton e os Caminhantes Brancos.

2) Tomar Winterfell



Jon mesmo sendo um bastardo (até onde sabemos) sempre amou seus irmãos Stark e só não foi lutar ao lado de Robb por ser leal ao seu juramento a Patrulha da Noite. Em vários momentos ele se sentiu tentado a abandonar os irmãos corvos e ir em auxílio dos Stark. Pois agora que nada o prende a Patrulha da Noite, que o traiu, Jon pode finalmente lutar pelo que é de sua família, Winterfell. Com seu exército de selvagens ele ataca Winterfell e tira aquele psicopata do Ramsey do trono de rei do norte.

1) Encontrar Daeners Targaryen 



Depois de vencer Ramsey e conseguir retomar o norte, Jon tem uma preocupação maior, os Caminhantes Brancos. Nos últimos episódios da 5ª temporada nós vimos que só aço valiriano e vidro de dragão consegue matar os mortos vivos, ou seja, Jon precisa de dragões para ter as armas ideiais para combate-los. E quem tem três dragões? Daenerys. Jon Snow prescisa ir atrás da filha da tormenta para conseguir derrotar os Caminhantes Brancos. E precisa ser rápido, porque winter is coming.

Nesta temporada espero que Jon siga esse rumo que eu estou sugerindo, para quem sabe assim poder finalmente ter seu lugar. Afinal, ele se sentia deslocado em meio aos Stak e na Patrulha da Noite não encontrou seu lugar, o Snow precisa ser recompensado por seu senso de justiça, lealdade e bondade.


Até o Próximo Post!

02 maio 2016

Resenha: Todo Seu

Depois de um quarto livro bem desnecessário finalmente a trilogia, que agora é série, Crossfire chegou ao fim. Diferente do volume anterior "Todo Seu" deu rumos diferentes a estória de Gideon e Eva.


Sinopse: "Gideon Cross. A coisa mais fácil que já fiz foi me apaixonar por ele. Aconteceu instantaneamente, de forma completa e irrevogável. Casar com ele foi um sonho realizado. Continuar casada com ele é a maior batalha da minha vida. O amor transforma, e o nosso é um refúgio e também a pior tempestade. Duas almas danificadas que se entrelaçaram.
Nossos votos foram apenas o começo. Lutar por esse casamento pode nos libertar... ou nos separar de vez."

Já  li  vários livros eróticos, mas nenhum me pegou, sempre achei as estórias sem sentido em que qualquer falta de assunto ou de criatividade se enfiava uma cena de sexo. Toda essas cenas do coito em si me cansavam profundamente, porque não quero saber como as personagens transam, quero saber muito mais sobre elas e nesses livro não temos nada de mais a não ser sobre como gozam, gemem ou ficam nus. Uns dos poucos livros do estilo que eu achei interessante foi os da série Crossfire, primeiro porque temos uma personagem feminina bem resolvida, personagens com problemas graves que são encarados como problemas e toques de mistério. Porém com a extensão da série comecei a achar Gideon Cross e Eva Tramell mais um casalzinho chato, porém o esse último livro conseguiu me convencer.

"Todo Seu" tem um pouco de "Profundamente Sua", que é um dos melhores livros da série, com um quê de mistério envolvendo a estória de amor obsessivo do casal  principal, e mudanças interessantes nas personagens, vemos uma evolução em cada uma e nas relações entre elas.  As cenas de sexo diminuem e dão lugar a discussões sobre o relacionamento e quanto em alguns momentos o casal tem uma relação doentia. Gostei que a todo momento Eva e Gideon sabem que o que vivem é surreal e que não é nem um pouco saudável. Os dois tentam se tronar um casa normal, mas com toques pessoais e achei isso bem legal para o desenvolvimento da estória.

Além do desenvolvimento do casal principal, gostei muito do mistério que foi mostrado neste último livro, mesmo ele tendo sido pouco desenvolvido, achei que foi um suspiro na trama central e um desvio para uma estória mirabolante. Gostei que pudemos enxergar outras personagens de uma maneira diferente.

Gostei muito do fechamento da série Crossfire, que claro evidente, não é nenhum "Orgulho e Preconceito", mas é uma boa leitura fácil e que mesmo abordando em alguns momentos casos de estupro e abuso, consegue ser  bem tranquilo para ler. Pra mim desbanca qualquer erótico que faz um sucessinho a mais por aí.

Até o próximo post!
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